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Política

Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de Pablo Marçal para O GLOBO, Valor, Extra e CBN

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Candidato do PRTB foi o quarto entrevistado da série com postulantes à prefeitura de São Paulo. Pablo Marçal participou da sabatina realizada pelos jornais O GLOBO, Valor, Extra e pela rádio CBN
Edilson Dantas/O Globo
O empresário Pablo Marçal (PRTB) participou nesta segunda-feira (23) da série de sabatinas com os candidatos à prefeitura de São Paulo realizada pelos jornais O GLOBO, Extra e Valor e pela rádio CBN. Ele foi o penúltimo entrevistado, em ordem definida por sorteio. O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) fecha a rodada de entrevistas nesta terça-feira (24), às 10h30.
Na semana passada, a deputada federal Tabata Amaral (PSB), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o jornalista José Luiz Datena (PSDB) foram sabatinados.
As entrevistas com os candidatos de São Paulo têm transmissão ao vivo pela rádio e nos sites e redes sociais dos três veículos. Elas têm início às 10h30 (horário de Brasília), com duração aproximada de uma hora. A cobertura, no site e na edição impressa do GLOBO, contará com reportagens e análises sobre cada sabatina.
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A ordem das sabatinas foi definida por sorteio, mas as datas precisaram sofrer ajustes por conta da agenda de debates. Foram chamados os cinco candidatos mais bem colocados na última pesquisa eleitoral de São Paulo divulgada pelo instituto Datafolha.
As sabatinas representam uma oportunidade para que os candidatos detalhem propostas para a cidade, e também para que sejam questionados sobre diferentes aspectos de suas atuações políticas. As entrevistadoras serão as colunistas Vera Magalhães e Malu Gaspar, do GLOBO e da CBN, os âncoras da rádio Débora Freitas e Fernando Andrade, e a colunista Maria Cristina Fernandes, do Valor e da CBN.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Pablo Marçal. Leia:
“Ricardo Nunes, que é o prefeito, ele prometeu fazer 40 km de corredores [de ônibus] e só fez 7 km.”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: O Relatório de Execução Anual do Programa de Metas 2021-2024 da administração de Bruno Covas e Ricardo Nunes prevê, de fato, a entrega de 40 quilômetros de novos corredores de ônibus até o final da gestão. Segundo o relatório anual de monitoramento do programa da própria Prefeitura, até 2023 foram 6,8 novos quilômetros de corredores de ônibus viabilizados (trechos com obras iniciadas).
O prefeito e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), disse no programa Roda Viva, no início do mês de setembro, que existem mais de 80 km de corredores de ônibus em obras pela cidade. Procurada, a prefeitura não explicou quantos corredores estão em obras, e nem o total de entregues na gestão. O Relatório de Execução Anual do Programa de Metas 2021-2024 da administração de Bruno Covas e Ricardo Nunes prevê, de fato, a entrega de 40 quilômetros de novos corredores de ônibus até o final da gestão. Segundo o relatório anual de monitoramento do programa da própria Prefeitura, até 2023 foram 6,8 novos quilômetros de corredores de ônibus viabilizados (trechos com obras iniciadas).
O prefeito e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), disse no programa Roda Viva, no início do mês de setembro, que existem mais de 80 km de corredores de ônibus em obras pela cidade. Procurada, a prefeitura não explicou quantos corredores estão em obras, e nem o total de entregues na gestão.
Em nota, a prefeitura de São Paulo não deixa claro o total de corredores de ônibus construídos até hoje, mas disse que entregou de 4,1 km do corredor Itaquera-Líder e, em abril de 2024, requalificou 1,2 quilômetros do corredor de ônibus da Avenida Santo Amaro. Estão em andamento as obras de corredores de ônibus no Imirim (4,6 km), Amador Bueno da Veiga (5 km), Interlagos (9 km), Estrada de Itapecerica (3,5 km) e outras.
“Essas grandes campanhas que estão gastando R$ 100 milhões de dinheiro público, eu acho isso inaceitável. […] Sou o único dos seis candidatos na dianteira que não está usando dinheiro público.”
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: De acordo com a primeira prestação parcial de contas, referente ao período de 16 de agosto a 8 de setembro, os principais candidatos à prefeitura de São Paulo declararam ter gasto, juntos, R$ 74,3 milhões. Neste valor, estão inclusos todos os gastos, seja proveniente do privado ou público, dos seis principais candidatos, inclusive Pablo Marçal.
No dia 13 de setembro, chegou ao fim o prazo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que os candidatos declarem os valores parciais recebidos e gastos em suas campanhas até o momento.
Entre os concorrentes na capital paulista mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, somente o influenciador Pablo Marçal não recebeu a verba. O deputado federal Guilherme Boulos foi quem mais recebeu recursos do Fundo Eleitoral (R$ 44 milhões). Depois, foram o prefeito Ricardo Nunes (R$ 34 milhões) e a deputada federal Tabata Amaral (R$ 13,2 milhões).
“Hoje tem 80 mil pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, você não acha um esportista em situação de rua. (…) A gente gasta R$ 1 bilhão tirando gente da rua e aumentou 23%.”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: De acordo com dados do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (OBPopRua), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 80.369 pessoas vivem em situação de rua na capital paulista. O levantamento foi feito em junho deste ano a partir de números disponíveis no Cadastro Único (CadÚnico), base de dados do governo federal para recebimento de benefícios sociais.
O estudo também mostra um aumento de 24% em relação a dezembro de 2023, quando 64.818 pessoas viviam em situação de rua na cidade de São Paulo.
Procurada, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) afirmou que a prefeitura da capital gastou R$ 1,6 bilhão no atendimento social à população de rua entre janeiro e setembro de 2024.
“Estamos em um país que tem 60 mil homicídios.”
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A declaração é #FAKE. Veja por quê: Ao negar que vai aumentar o número de guardas civis metropolitanos, Pablo Marçal citou que o Brasil registra atualmente 60 mil homicídios. Segundo o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 46.328 mortes violentas no último ano. A taxa de mortalidade ficou em 22,8 por 100 mil habitantes, recuo de 3,4% em relação ao ano anterior. Na ampla maioria dos casos (73,6%), as armas de fogo foram o instrumento usado para matar.
Na classificação do documento, mortes violentas intencionais são a soma dos casos de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora.
“Nós iremos apostar na escola olímpica. Nós vamos transformar, dentro da possibilidade, a maior parte do que a gente tem de infraestrutura e pegar mais de 40 mil imóveis que a Prefeitura tem para fazer o modelo de escola olímpica.”
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A declaração é #FAKE. Veja por quê: Questionado durante a sabatina sobre o modelo escolar Centros Educacionais Unificados (CEUs) e o que seria feito em sua gestão, o candidato Pablo Marçal apresentou sua proposta para instalar escolas olímpicas na cidade de São Paulo. Ao destrinchar o plano, disse que para montar a estrutura utilizaria 40 mil imóveis que a Prefeitura possui em seu patrimônio.
Procurada, a Secretaria Municipal da Fazenda afirmou que constam no cadastro do Sistema de Bens Patrimoniais Imóveis (SPBI) de São Paulo um total de 1.687 imóveis com titularidade e posse da Prefeitura. Já o total de áreas públicas é de 19.958 imóveis. Além disso, a Secretaria Municipal de Gestão esclareceu que não existem imóveis de titularidade das Subprefeituras. Procurada, a assessoria do candidato não apontou a origem dos 40 mil imóveis citados durante a sabatina.
“Se você cobrar impostos dessas instituições [Igrejas] não faz sentido, porque elas já estão ajudando o estado. Presta atenção nessa informação, quem deu o dízimo, já pagou o imposto disso. A gente tem uma carga tributária de 43% no Brasil, já batemos R$ 2 trilhões em impostos.”
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A Carga Tributária Bruta (CTB) de um país representa a soma de todos os tributos e impostos arrecadados pelo governo, expressa como uma porcentagem do Produto Interno Bruto (PIB). Ela caracteriza a relação entre a arrecadação do governo e a economia do país. De acordo com o Observatório de Política Fiscal da Fundação Getúlio Vargas, a CTB nunca alcançou o valor dito pelo candidato Marçal. Em 2023, o valor foi de 32,44% do PIB. Além disso, a taxa mais elevada da série histórica continua sendo a de 2007, quando a CTB atingiu 33,64% do PIB.
Por meio da análise de dados da Receita Federal, Secretaria do Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal, Tribunal de Contas da União e IBGE, o Impostômetro, que calcula a arrecadação de impostos, taxas e contribuições, já apontou que o Brasil arrecadou mais de R$ 2,5 trilhões em impostos.
“Orlando é mais plano do que aqui e funciona (teleférico), inclusive passa perto da minha casa e funciona, dá pra ver o negócio funcionando.”
A declaração é #FAKE. Veja por quê: Questionado sobre a proposta apresentada em seu plano de governo de implementação de transporte público por teleféricos, Pablo Marçal citou a cidade de Orlando, nos Estados Unidos, como caso de sucesso do modal.
Mas, Orlando não possui um teleférico tradicional como os encontrados em áreas montanhosas para transporte público. A cidade oferece um sistema de transporte semelhante chamado Disney Skyliner, que é um teleférico aéreo moderno construído e operado pela Disney. Ele conecta vários resorts e parques temáticos do complexo Disney, como o Epcot e o Disney’s Hollywood Studios, a diferentes hotéis do complexo. O Skyliner serve apenas como um meio de transporte para atender aos visitantes dos parques da Disney.
Participaram desta checagem: Daniel Biasetto, Filipe Vidon, Giovanna Durães, Klauson Dutra, Lucas Guimarães, Mel Trindade, Rayane Rocha, Rita Azevedo e Thamila Soares.
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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