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Política

Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de Tarcísio Motta para O GLOBO, Extra, Valor e CBN

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Candidato do PSOL encerrou série de entrevistas com os postulantes à Prefeitura do Rio Sabatina com Tarcísio Motta, candidato do PSOL à Prefeitura do Rio
Márcia Foletto/Agência O Globo
Os jornais O GLOBO, Extra e Valor e a rádio CBN encerraram nesta sexta-feira a série de entrevistas com os postulantes à prefeitura do Rio. O último a ser sabatinado foi o candidato Tarcísio Motta, do PSOL. O atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), candidato à reeleição, foi entrevistado nesta quinta-feira. O primeiro a participar foi o deputado federal Alexandre Ramagem (PL), na quarta-feira.
As entrevistas com os candidatos no Rio têm transmissão ao vivo pela rádio e nos sites e redes sociais dos três veículos. Elas têm início às 10h30 (horário de Brasília), com duração aproximada de uma hora. A cobertura, no site e na edição impressa do GLOBO, contará com reportagens e análises sobre cada sabatina.
A ordem das sabatinas foi definida por sorteio. Foram chamados os candidatos mais bem colocados na última pesquisa eleitoral no Rio divulgada pelo instituto Datafolha, na última quinta-feira, e que tenham atingido ao menos 3% de intenções de voto neste levantamento.
As sabatinas representam uma oportunidade para que os candidatos detalhem propostas para a cidade, e também para que sejam questionados sobre diferentes aspectos de suas atuações políticas. Os entrevistadores dos candidatos do Rio são os colunistas Lauro Jardim e Merval Pereira, do GLOBO e da CBN, os âncoras da rádio Bianca Santos e Leandro Resende, e a jornalista Camila Zarur, do Valor.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Tarcísio Motta. Leia:
“Jairinho, que hoje está preso acusado de assassinar uma criança, de contribuir para o assassinato de uma criança, era líder do Eduardo Paes e do Crivella.”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: O ex-vereador Jairo de Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, foi preso desde o dia 8 de março de 2021, acusado de matar o menino Henry Borel, de 4 anos. A criança chegou morta a um hospital da Zona Oeste do Rio na madrugada do dia 8 de março de 2021, com lesões no crânio, no estômago, no fígado e nos rins, além de várias manchas roxas. Jairinho e Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, são acusados pelos crimes de homicídio, tortura e coação durante o processo. Monique responde pelos crimes em liberdade. Jairinho está preso desde 2021 e teve o registro médico cassado.
Jairinho, à época vinculado ao partido Solidariedade, foi líder do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) na Câmara de Vereadores até 2020. Antes, já havia sido líder de governo na gestão de Eduardo Paes.
Em 2021, quando as revelações sobre a morte de Henry Borel vieram à tona, Eduardo Paes disse ter ficado surpreso. “Ele foi meu líder de governo porque era um político habilidoso, com muita liderança na Câmara. Estou chocado, triste. É inimaginável olhar para ele e ver um monstro”, afirmou o prefeito em entrevista à Folha.
“Em 2018, num debate, ao ser perguntado sobre qual candidato à Presidência da República dele, as opções eram Haddad e Bolsonaro. Ele diz, eu me identifico com o programa do Paulo Guedes, por isso é Bolsonaro.”

A declaração é #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Paes afirmou, em debate organizado pelos jornais O Globo e Extra, em 2018: “Acho que o deputado Jair Bolsonaro tem uma agenda importante no campo da segurança pública, essa é uma prioridade dele. Acho que essa é uma questão tão relevante para o Rio de Janeiro, tão importante para o Rio de Janeiro, que faz com que, nesse campo, eu acho que a gente avance muito mais. Mas como essa é uma agenda prioritária, eu não tenho dúvida que eu tenho muito mais uma identidade programática nesse campo. A agenda colocada pelo Paulo Guedes é uma agenda mais, diria, mais naquilo que eu acredito na minha história, na minha vida pública. Mais liberal, mais pró-concessões, mais pró-PPPs.”
No mesmo debate, entretanto, Paes anuncia posição de neutralidade em relação à disputa presidencial. Durante a disputa do segundo turno ao governo do estado do Rio em 2018, Paes enfrentava Wilson Witzel (então no PSC), sem que nenhum deles tivessem recebido apoio direto do então candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (à época, no PSL), que liderava a corrida ao Palácio do Planalto — e venceria aquela eleição.
“A prefeitura tem que ter um plano municipal de segurança e redução da violência, em que a prefeitura não tem. O Eduardo emitiu um decreto com diretrizes para o plano, e o plano até hoje não foi discutido com ninguém, nem enviado para a Câmara de Vereadores, e o prazo já venceu.”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: A Lei Federal nº 13.675/2018, que institui o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), também criou a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS). Ela determina que Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar e implantar seus planos correspondentes em até dois anos, a partir da publicação do documento nacional, sob pena de não poderem receber recursos da União para a execução de programas ou ações de segurança pública e defesa social.
Já o decreto presidencial Nº 10.822, de 28 de setembro de 2021, instituiu o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social 2021-2030. Portanto, a prefeitura do Rio teria até o dia 28 de setembro de 2023 para elaborar o próprio plano. No entanto, o documento ainda não está publicado.
Em junho de 2024, o prefeito Eduardo Paes (PSD) publicou o decreto Nº 54.603, que dispõe sobre a elaboração de diretrizes para criação do Plano Municipal de Segurança Pública, através da definição de cinco eixos estratégicos. O Plano, no entanto, ainda está em desenvolvimento, e não foi enviado à Câmara Municipal do Rio.
“É inadmissível que numa cidade como a nossa (Rio), com a população em situação de rua que está tendo, a gente tenha diminuição do orçamento de assistência social descontada a inflação.”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: A Lei Orçamentária Anual (PLOA) para o exercício fiscal de 2024 destinou para a pasta de Assistência Social (Smas) R$ 500,1 milhões, conforme aponta o demonstrativo da despesa por órgão/unidade orçamentária.
No ano anterior, o valor destinado à Secretaria foi de R$ 508,8 milhões. Além da redução nominal de 1,7%, ao se considerar a inflação oficial do Brasil de 2023, de 4,62% (a taxa é medida pelo IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo),a redução real no orçamento é ainda maior: R$ 476,9 milhões para este ano.
Isso porque a inflação é o aumento dos preços de bens e serviços e implica diminuição do poder de compra. Nesse caso, houve uma redução de 6,25% na comparação anual.
Na época da discussão do projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) para o exercício fiscal de 2024, foi estimado que a pasta receberia R$ 498,9 milhões para serem divididos entre gastos com pessoal, encargos sociais e demais despesas e investimentos.
Para ações de investimentos, o projeto orçamentário diminuiu de R$ 14,2 milhões, em 2023, para R$ 2,1 milhões, em 2024, representando uma queda de cerca de 85,2%. As cifras geraram audiências públicas na Câmara de Vereadores do Rio. A justificativa dada pelo município para dotar a pasta de Assistência Social com menos recursos foi de que o valor previsto para investimentos, quando a lei orçamentária de 2023 foi votada, era menor do que aquele que está sendo proposto para 2024, mas houve um incremento advindo de fontes externas.
“Aqueles que sonham com uma cidade melhor não deveriam reduzir tanto seus horizontes, a ponto de achar que uma boa administração de uma cidade vai deixar meio milhão de pessoas passando fome.”

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A declaração é #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: O candidato acerta sobre o contingente de cariocas em insegurança alimentar. Quase meio milhão de cariocas ficam o dia inteiro sem comer ou fazer uma única refeição ao dia, segundo o Mapa da Fome da Cidade do Rio de Janeiro, que retrata o acesso da população carioca aos alimentos – em qualidade e quantidade adequados.
A insegurança alimentar acontece quando as pessoas não têm acesso regular e permanente a alimentos em quantidade e qualidade suficientes para sua sobrevivência, como define a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
O estudo feito pelo Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC), da UFRJ, em parceria com a Frente Parlamentar Contra a Fome e a Miséria, da Câmara Municipal do Rio, mostra que 2 milhões de pessoas convivem com algum nível de insegurança alimentar seja leve, moderado ou grave. Ou seja, a fome está presente em 7,9% das casas do município. Esse percentual é mais alto que os dados nacionais (4,1%), e mais que o dobro do índice estadual (3,1%), contabilizados pelo IBGE.
Por outro lado, o combate à fome não é uma atribuição exclusiva do gestor municipal, ainda que caiba aos municípios implementar a maioria das políticas públicas sociais, inclusive as federais e estaduais.
Em 2010, por exemplo, o direito à alimentação foi incluído na Constituição Federal como um direito social, equiparando-se em importância à saúde e à educação. Com isso, o país se comprometeu, a partir do Poder Público, adotar as políticas e ações que se façam necessárias para promover e garantir a segurança alimentar e nutricional da população.
A ação frente à insegurança alimentar também envolve, em algum grau, as famílias. Conforme a Lei federal 10.406/02, fica determinado a pais e filhos, e extensivo aos ascendentes, garantir que todos possam viver de maneira compatível com sua condição social, tendo como dever buscar soluções e apoio para minimizar os efeitos da insegurança alimentar. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) explica que é dever da família a erradicação dos efeitos que a falta de direitos à alimentação causam e isso é possível pela busca de alternativas e recursos disponíveis na sociedade, como os diferentes programas governamentais.
Participaram desta checagem: Daniel Biasetto, Filipe Vidon, Giovanna Durães, Gabriela da Cunha, Henrique Coelho, Lucas Guimarães, Pedro Bohnenberger, Roney Domingos e Thamila Soares.
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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