Política
Veja os recados da pesquisa Quaest de dezembro para Lula e a oposição
Quaest: Lula vence Flávio Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Jr., Caiado e Zema em 2º turno
A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada na terça-feira (16), com a avaliação do governo Lula (PT), projeções para as eleições de 2026 e a opinião dos brasileiros sobre o tarifaço e a escolha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato traz recados para o presidente e para a oposição.
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Segundo a Quaest, o levantamento mostra estabilidade na avaliação do presidente, que Lula segue liderando nos cenários de 1º e 2º turno pesquisados e que Flávio aparece na segunda posição em todas as simulações.
📋Esta é a primeira pesquisa realizada sem o nome de Jair Bolsonaro desde que o ex-presidente indicou o filho senador como candidato à presidência em 2026. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
O que a pesquisa diz para Lula?
Presidente Lula participa no Palácio do Planalto da Cerimônia de sanção do projeto que amplia a faixa de isenção e institui a tributação mínima do Imposto de Renda.
Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo
📈 Empate na avaliação
A pesquisa mostra que o governo Lula (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 48%. Os números representam empate técnico – mesmo cenário registrado no levantamento anterior, de novembro, quando 50% desaprovavam e 47% aprovavam o governo. Veja os números:
Aprova: 48% (eram 47% em novembro);
Desaprova: 49% (eram 50%);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 3%).
📈 Melhora entre católicos
A aprovação do governo Lula melhorou entre os católicos, que passaram a aprovar mais do que desaprovar o governo. Até novembro, havia empate técnico entre os indicadores. Veja:
Aprovação entre católicos: 54% (eram 50% em novembro);
Desaprovação entre católicos: 44% (eram 47%).
🗳️ Lula vence no 2º turno
O presidente Lula lidera todos os cenários de 1º turno e venceria em 2º turno com 44% a 46% das intenções de voto e vantagem entre 10 pontos percentuais – contra Flavio, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR) – e 12 pontos (contra Zema, do Novo-MG). Em confronto com Caiado (União-GO), o presidente venceria com frente de 11 pontos.
🗳️ Lula deveria se candidatar?
Cresceu a fatia de eleitores que consideram que Lula deve se candidatar a um novo mandato em 2026: foi de 38% para 43%. Já aqueles que acham que o presidente não deve ser candidato na eleição oscilou no limite da margem de erro. Veja os números:
Lula deveria se candidatar: 43% (eram 38% em novembro);
Lula não deveria se candidatar: 55% (eram 59%);
Não sabem/não responderam: 2% (eram 3%).
O que a pesquisa diz para a oposição?
🗳️ 1ª pesquisa sem Bolsonaro
A Quaest de dezembro é a primeira pesquisa da consultoria sem o nome de Jair Bolsonaro (PL) entre os cenários pesquisados e a primeira desde que o ex-presidente indicou o filho senador como candidato à presidência em 2026. Os demais integrantes da família também não foram testados.
🗳️Flávio em 2º
Flávio Bolsonaro visita o pai na sede da PF em Brasília, em 25 de novembro de 2025
Evaristo SA / AFP
A pesquisa mostra que Lula lidera em todos os cenários de 1º turno pesquisados, com percentuais que vão de 34% a 41% a depender dos adversários, e que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece em segundo lugar nos 6 cenários pesquisados.
O senador tem entre 21% e 27% das intenções de voto, a depender de quem seria o outro candidato da oposição.
🗳️ Outros cenários de 1º turno
O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), teria 13% num cenário em que disputasse com Lula (que teria 39%), Flávio (que teria 23%), Renan Santos (2%) e Aldo Rebelo (2%).
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), teria 10% no mesmo cenário (Lula teria 41%; Flávio, 23%; Renan, 2%; e Aldo, 1%).
No mesmo cenário, Romeu Zema (Novo), governador do Minas Gerais, teria 6% (Lula, 39%; Flávio, 27%; Renan, 2%; Aldo, 2%).
Ainda no mesmo cenário, Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás, teria 4% (Lula, 39%; Flávio, 27%; Renan, 3%; Aldo, 2%).
A Quaest também simulou um cenário em que Lula disputa a reeleição contra seis adversários. Veja os números:
Lula: 37%
Flávio: 23%
Ratinho: 11%
Zema: 4%
Caiado: 3
Renan: 1%
Aldo: 1%
Há, ainda, um cenário em que Lula disputa contra sete adversários. Veja:
Lula: 34%
Flávio: 21%
Ratinho: 12%
Ciro: 8%
Zema: 4%
Caiado: 2%
Renan: 1%
Aldo: 1%
🗳️ 2º turno
Ainda de acordo com a pesquisa, Flávio Bolsonaro teria desempenho semelhante ao dos outros quatro candidatos em cenários de 2º turno contra Lula.
O presidente venceria Flávio por 46% a 36%. Em comparação com o levantamento anterior que incluía o nome do senador — realizado em agosto —, Lula oscilou dois pontos para baixo, enquanto Flávio, foi de 32% para 36%.
Contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, Lula oscilou quatro pontos para cima e chega a 45%, enquanto Tarcísio oscilou um ponto para baixo e está com 35%, ampliando a diferença entre os dois.
Contra Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, Lula também aparece com 45%, ante 35% do adversário. Na disputa com Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás, Lula marca 44% contra 33%. E, em um confronto com Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, o petista tem 45%, e Zema, 33%.
🔍Escolha de Bolsonaro
A pesquisa também quis saber a opinião dos eleitores sobre a escolha de Bolsonaro pelo filho como seu candidato para a eleição de 2026. Segundo a Quaest, 54% acham que Bolsonaro errou ao escolher Flávio, e 62% dizem que não votariam no filho do ex-presidente.
Entre os entrevistados que consideram que Bolsonaro errou na indicação, a pesquisa perguntou quem deveria ter sido escolhido como candidato:
Nenhum desses: 21%;
Michelle Bolsonaro (PL): 19%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 16%;
Não souberam ou não responderam: 14%.
Ratinho Júnior (PSD): 11%;
Pablo Marçal (PRTB): 5%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Eduardo Bolsonaro (PL): 3%;
Ronaldo Caiado (União): 3%;
Eduardo Leite (PSD): 2%;
Outros nomes: 2%.
🔍 Apoio de Tarcísio
A pesquisa também mediu a avaliação dos entrevistados sobre o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Questionados se Tarcísio acertou ou errou ao declarar apoio, os entrevistados responderam:
42% avaliam que Tarcísio acertou ao declarar apoio;
42% dizem que ele errou;
16% não souberam ou não responderam.
🔍 Pré-candidatura de Zema e Caiado
A pesquisa avaliou ainda a percepção dos entrevistados sobre a decisão dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Romeu Zema (Novo) de manterem suas pré-candidaturas à Presidência da República, mesmo após o anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato apoiado por Jair Bolsonaro. Ambos reafirmaram publicamente suas intenções nos primeiros dias de dezembro.
Veja os números:
55% dizem que Caiado e Zema fizeram certo ao manter as candidaturas;
27% avaliam que fizeram errado;
18% não souberam ou não responderam.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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