Política
Veja os suplentes que assumem no Congresso nas vagas de ministros do governo Lula
Presidente escolheu oito deputados e cinco senadores para comandarem pastas no governo. Ministros devem tomar posse no Congresso em fevereiro e vão se licenciar imediatamente. Lula e ministros posam para foto oficial
A saída de 13 parlamentares para assumirem ministérios no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abrirá novas vagas no Congresso Nacional, que serão ocupadas pelos suplentes.
Ao todo, serão oito deputados e cinco senadores a ocuparem, temporariamente, o cargo dos titulares.
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A lista com os nomes dos suplentes foi divulgada pela Secretaria Geral da Mesa (SGM) da Câmara. O órgão pondera que, até o momento da posse dos deputados (1º de fevereiro), as informações podem ser alteradas, em caso de retotalização de votos – determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os ministros escolhidos por Lula que foram eleitos para a próxima legislatura também devem tomar posse no Congresso no dia 1º de fevereiro. Em seguida, vão se licenciar para assumir o comando das respectivas pastas.
Veja a lista de nomes dos suplentes que assumirão em fevereiro:
Senado
Ana Paula Lobato (PSB-MA) assumirá no lugar de Flávio Dino (PSB-MA), ministro da Justiça e Segurança Pública.
Vice-prefeita do município de Pinheiro (MA), onde nasceu, Ana Paula é enfermeira e presidente do Grupo de Esposas de Deputados do Estado do Maranhão (Gedema).
Segundo a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, é uma associação civil, sem fins lucrativos e com função filantrópica. Ela tem 38 anos e se autodeclara parda.
Margareth Buzetti (PSD-MT) assumirá no lugar de Carlos Fávaro (PSD-MT), ministro da Agricultura.
Margareth foi eleita a 1ª suplente de Fávaro em uma eleição suplementar no estado do Mato Grosso, que ocorreu em 2020, após a cassação do mandato de Selma Arruda.
Chegou a assumir a vaga de Fávaro no ano passado, por quatro meses, de junho a outubro. Nas eleições de 2022, Margareth declarou seu voto em Jair Bolsonaro e fez elogios ao ex-presidente.
É empresária, presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Cuiabá (Aedic) e da Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus. Tem 63 anos, se autodeclara branca e é natural de Concórdia (SC).
Fernando Farias (MDB-AL) assumirá no lugar de Renan Filho (MDB-AL), ministro dos Transportes.
Farias tem 70 anos, é empresário e diretor-presidente do Grupo Lyra (Usina Caeté). Natural de Maceió (AL), se autodeclara branco.
Ele doou R$ 350 mil para a campanha de Renan Filho, segunda maior contribuição, apenas atrás da feita pelo partido dos candidatos, no valor de R$ 3 milhões.
Augusta Brito (PT-CE) vai assumir no lugar de Camilo Santana (PT-CE), ministro da Educação.
Augusta foi prefeita de Graça, no interior do Ceará, durante dois mandatos (2004 e 2008) e é filha de Augusto Brito, também ex-prefeito do município.
Primeira mulher líder do governo na história da Assembleia Legislativa do Ceará, foi nomeada secretária de Educação de São Benedito, no interior do estado, até 2014.
Nesse ano, se elegeu deputada estadual. Reeleita em 2018 na Assembleia Legislativa, se tornou procuradora Especial da Mulher. Natural de Fortaleza (CE), tem 46 anos e se autodeclara branca.
Jussara Lima (PT-PI) assumirá no lugar de Wellington Dias (PT-PI), ministro do Desenvolvimento Social.
Natural de Fronteiras, no sul do Piauí, Jussara tem 62 anos e se autodeclara parda. É formada em sociologia pela Universidade Católica do Pernambuco.
Entre 1989 e 1992, foi vereadora de Fronteiras, e se tornou a primeira mulher a exercer a função no legislativo do município.
Foi eleita também em 2011, por meio de eleição suplementar, como a primeira mulher vice-prefeita do município, na chapa do então prefeito Eudes Agripino Ribeiro (PPS). Casada com o deputado federal Júlio César (PSD).
Câmara
Orlando Silva (PCdoB-SP) vai assumir uma das três vagas abertas pelo PT em São Paulo, com as saídas de Alexandre Padilha (PT-SP), que comanda a Secretaria de Relações Institucionais, Paulo Teixeira (PT-SP), ministro do Desenvolvimento Agrário, e Luiz Marinho (PT-SP), ministro do Trabalho.
Natural de Salvador (BA), Orlando tem 51 anos e é deputado federal há duas legislaturas, desde 2015.
Antes, foi ministro do Esporte dos governos Lula e Dilma Rousseff, entre 2006 e 2011. Também foi vereador de São Paulo de 2013 a 2015.
Na Câmara, já relatou propostas importantes, como a medida provisória que permitiu a redução de jornada e salário durante a pandemia. Na ocasião, Silva fez alterações no texto original de Bolsonaro.
Alfredinho (PT-SP) assumirá a segunda vaga aberta pelo PT em São Paulo, com a saída de Padilha, Teixeira e Marinho.
Alfredinho foi eleito vereador de São Paulo em 2020, no quarto mandato. Na Câmara Municipal, foi líder do partido e membro da comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude e de Administração Pública.
Durante a ditadura militar, atuou na fundação do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), junto ao presidente Lula. Tem 63 anos, se autodeclara preto e é natural de Oeiras (PI).
Vicentinho (PT-SP) assumirá a terceira vaga aberta pelo PT em São Paulo, com a saída de Padilha, Teixeira e Marinho.
Deputado federal há cinco mandatos, desde 2003, Vicente Paulo da Silva, conhecido como Vicentinho, é natural de Santa Cruz (RN), tem 66 anos. Ele se autodeclara preto e é advogado e metalúrgico.
Desde a década de 1970, participa de atividades sindicais, tendo sido presidente dos sindicatos dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e, posteriormente, do ABC. Em 1997, presidiu a CUT Nacional.
Luciene Cavalcante (PSOL-SP) assumirá a primeira vaga aberta pela federação PSOL/Rede, com as saídas de Marina Silva (Rede-SP), ministra do Meio Ambiente, e de Sônia Guajajara (PSOL-SP), que assume o recém-criado Ministério dos Povos Indígenas.
Nascida na capital de São Paulo, Luciene tem 43 anos e se autodeclara branca. É professora e supervisora escolar da rede municipal de São Paulo, advogada e pesquisadora em direito educacional.
Em suas redes sociais, afirmou que a defesa da educação será a sua principal pauta na Câmara dos Deputados.
Ivan Valente (PSOL-SP) assumirá a segunda vaga aberta pela federação PSOL/Rede, com as saídas de Marina Silva e Sônia Guajajara.
Valente é deputado federal desde 1995. Na legislatura de 1999 a 2003, foi eleito como suplente e assumiu em duas ocasiões de afastamento do titular.
Antes deputado estadual pelo PT, participou da fundação do PSOL, em 2005. É um dos autores da lei que prevê medidas de proteção aos entregadores de aplicativo durante a pandemia da Covid-19.
Tem 76 anos, nasceu em São Paulo e se autodeclara branco. Engenheiro e professor, foi líder estudantil durante a ditadura militar.
Reginete Bispo (PT-RS) assumirá no lugar de Paulo Pimenta (PT-RS), que assume a Secretaria de Comunicação.
Natural de Marau (RS), Reginete tem 59 anos e se autodeclara preta.
Nas redes sociais, se apresenta como cientista social, consulesa honorária do Senegal em Porto Alegre e coordenadora do Instituto Akanni – organização não governamental de pesquisa e assessoria em direitos humanos, gênero raça e etnia.
Em 2018, foi eleita segunda suplente do senador Paulo Paim (PT-RS).
Dr Benjamim (União-MA) assumirá no lugar de Juscelino Filho (União-MA), ministro das Comunicações.
Médico gastroenterologista, tem 49 anos, se autodeclara pardo e nasceu na cidade de Planalto (PR).
Concorreu ao cargo de prefeito de Açailândia (MA) por duas vezes, em 2016 e em 2020. Nas redes sociais, publicou fotos e vídeos ao lado de Juscelino Filho, depois da posse do ministro.
Ricardo Abrão (União-RJ) vai assumir no lugar de Daniela Carneiro (União-RJ), ministra do Turismo.
Ricardo Martins David (nome político é Ricardo Abrão), tem 50 anos e é natural de Nilópolis, na Baixada Fluminense.
Foi deputado estadual no estado por dois mandatos, entre 2003 e 2006 e entre 2011 e 2014.
É também ex-presidente da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, função que assumiu entre 2017 e 2021. É empresário e se autodeclara branco.
Dança das cadeiras
Durante votações estratégicas para o governo no Congresso, é bastante comum que os ministros sejam temporariamente exonerados e retornem às funções de parlamentares, apenas para darem seus votos.
Em caso de afastamento ou licença do titular, o suplente ocupa temporariamente a vaga no Parlamento. Já em situações de renúncia, perda de mandato ou morte, o suplente assume o cargo em definitivo.
No caso do Senado, cuja eleição é majoritária (ou seja, vence o candidato que receber mais votos), os dois suplentes são escolhidos previamente e fazem parte da mesma chapa do titular. Ou seja, quando um eleitor escolhe seu senador, automaticamente, também está escolhendo 1º e 2º suplentes desse parlamentar.
Com a saída dos titulares, o número de senadoras saltará de 10 para 14 – já que Flávio Dino (PSB-MA), Camilo Santana (PT-CE), Wellington Dias (PT-PI) e Carlos Fávaro (PSD-MT) têm suplentes mulheres.
Articulações do governo Lula
Na avaliação de alguns parlamentares, no entanto, a dança das cadeiras no Senado também poderá enfraquecer as articulações do governo Lula, uma vez que sairão dos cargos nomes fortes recém-eleitos, como os dos ex-governadores Dino, Santana, Dias e Renan Filho (MDB-AL).
Na ausência de Carlos Fávaro (PSD-MT), ministro da Agricultura, assumirá a primeira suplente Margareth Buzetti. Há poucos meses, ela declarava em suas redes sociais voto no ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já na Câmara, em que a eleição é feita pelo sistema proporcional, a vaga de um deputado pertence a um partido ou a uma federação. Isto é: apenas após a conclusão das eleições é possível saber qual sigla conquistou aquela vaga.
Em caso de afastamento de um deputado, assume o candidato mais bem votado do mesmo partido/federação e do mesmo estado.
Ao contrário do Senado, os suplentes na Câmara não são vinculados aos titulares. No caso da federação PT/PV/PCdoB, por exemplo, serão abertas três vagas de deputados federais por São Paulo.
Independentemente da ordem de afastamento do titular, assumirá sempre, em ordem, os suplentes mais votados.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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