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Política

Veja quem são os cotados para substituir Barroso no STF

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Barroso anuncia aposentadoria no STF
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A aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciada nesta quinta-feira (9), abriu uma nova disputa política em Brasília.
A escolha do substituto caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e precisará ser aprovada pelo Senado Federal.
Barroso poderia ficar na Corte até os 75 anos, mas decidiu antecipar a aposentadoria. Hoje ele tem 67 anos.
Nos bastidores, quatro nomes despontam como principais cotados para substituí-lo:
o advogado-geral da União, Jorge Messias;
o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG);
o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas;
e a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Daniela Teixeira.
O critério da confiança pessoal de Lula, adotado nas indicações anteriores de Cristiano Zanin e Flávio Dino, deve novamente pesar na decisão (veja os perfis abaixo).
Aposentadoria de Barroso antecipa indicação para o STF
Os principais cotados
Chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, em entrevista
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Jorge Messias — advogado-Geral da União
É procurador da Fazenda Nacional desde 2007.
Já foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República;
Foi secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação e consultor jurídico dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.
É graduado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) e mestre e doutor pela Universidade de Brasília (UnB). Tomou posse na AGU em 2023 no governo Lula.
➡️ Nome de confiança de Lula e apoiado por ministros do PT e da ala palaciana.
➡️ Próximo ao presidente e leal desde os tempos do governo Dilma Rousseff.
➡️ É evangélico, o que pode ajudar a reduzir resistências no Senado durante a sabatina.
➡️ Se o presidente mantiver o critério de “confiança e lealdade”, Messias é o favorito dentro do governo.
Rodrigo Pacheco
Jefferson Rudy/Agência Senado
Rodrigo Pacheco — ex-presidente do Senado (PSD-MG)
Nasceu em Porto Velho (RO), mas se mudou na infância para Minas Gerais, onde se formou em direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG).
É advogado criminalista.
Em 2014, foi eleito deputado federal pelo MDB.
Foi eleito presidente do Senado em 2021, com apoio de Davi Alcolumbre (União-AP), que o antecedeu no cargo.
Foi reeleito como presidente do Senado em 2023 e ficou até o fim do mandato neste ano de 2025, quando Davi Alcolumbre reassumiu a vaga.
➡️ Tem o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e de ministros do STF próximos ao Planalto.
➡️ Já afirmou publicamente que aceitaria a indicação “com muita honra”.
➡️ Sua aprovação no Senado seria rápida, por já ser parlamentar.
➡️ Lula, porém, gostaria de vê-lo como candidato ao governo de Minas Gerais em 2026 — o que pode pesar contra sua nomeação.
Ministro do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas
Aloisio Mauricio/FotoArena/Estadão Conteúdo
Bruno Dantas — ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)
Nasceu em Salvador, na Bahia;
É pós-doutor em Direito (UERJ), doutor e mestre em Direito Processual Civil (PUC/SP);
Começou no serviço público como concursado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal;
Depois, por mais de uma década, foi consultor legislativo do Senado Federal, tendo ingressado na carreira na área de direito processual civil em 2003 mediante aprovação em concurso público;
Durante seu período como servidor do Senado, foi o consultor-geral do Senado Federal de 2007 até 2011;
Antes de ser indicado ao TCU, compôs o Conselho Nacional de Justiça (biênio 2011/2013) e o Conselho Nacional do Ministério Público (biênio 2009/2011);
Foi indicado pelo Senado Federal, em 2014, para assumir a vaga de ministro do TCU, tendo sido aprovado pelo Congresso.
➡️ Tem boa interlocução com o Senado e com ministros do Supremo.
➡️ É visto como alternativa de equilíbrio caso a disputa entre Messias e Pacheco se acirre.
➡️ O nome agrada a setores do Congresso que buscam um perfil técnico e discreto.
➡️ No Planalto, há quem aposte no nome de do ministro do TCU também.
Advogada Daniela Teixeira, indicada ao STJ
Roque de Sá/Agência Senado
Daniela Teixeira — ministra do STJ
Daniela Teixeira nasceu em Brasília;
É formada pela Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB);
Possuiu especialização em direito econômico e empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV);
É mestre em direito pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP);
Foi conselheira federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e vice-presidente da OAB no Distrito Federal.
Tomou posse no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 22 de novembro de 2023, tornando-se a terceira mulher a integrar a Corte desde sua criação, em 1989.
➡️ Indicada pessoalmente por Lula ao STJ em 2023, é considerada um nome de confiança do presidente.
➡️ É a opção mais mencionada caso cresça a pressão por uma mulher na vaga.
➡️ Dentro do governo, há quem defenda que, em caso de impasse, Lula poderia escolher Daniela como um “tertius” — um terceiro nome para pacificar a disputa.
➡️ Mesmo se não for indicada agora, é vista como favorita para uma vaga futura, possivelmente a da ministra Cármen Lúcia, que deve ser aposentar até 2029.
Cenário político
A antecipação da aposentadoria de Barroso provocou desconforto em aliados do governo. Para parte do PT, o momento não é ideal, pois a disputa pode desorganizar o palanque de Lula em Minas Gerais, onde o presidente aposta em construir a candidatura de Pacheco em 2026.
Ministros do STF e lideranças do Senado, por outro lado, avaliam que a escolha deve ser rápida, para evitar impasses e desgastes públicos.
Apesar da pressão de movimentos sociais e de parte da base por uma mulher, auxiliares do presidente afirmam que esse não deve ser o fator determinante na escolha.
Como funciona a escolha
A indicação de um ministro do STF é de livre escolha do presidente da República, mas precisa ser aprovada pelo Senado.
o candidato deve ser maior de 35 anos e ter menos de 75 anos;
ter conhecimento jurídico reconhecido, o chamado notável saber jurídico;
ter reputação ilibada, ou seja, ser pessoa idônea e íntegra
O processo segue três etapas:
Sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ): o indicado responde a perguntas sobre temas jurídicos e políticos.
Parecer da CCJ: precisa ser aprovado por maioria simples dos membros.
Votação no plenário do Senado: é necessária a aprovação por maioria absoluta (41 dos 81 senadores).
Desde a Constituição de 1988, todas as indicações foram aprovadas pelo Senado.
Aposentadoria de Barroso
Barroso foi nomeado ao STF em 2013 pela então presidente Dilma Rousseff. Ele poderia permanecer na Corte até 75 anos, mas decidiu se aposentar antes.
Durante seus 12 anos no Supremo, foi relator de casos de grande repercussão, como a suspensão de despejos na pandemia, a instalação da CPI da Covid, e o debate sobre o foro privilegiado.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
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O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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