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Política

Violência contra a mulher, escravidão, guerras, capacitismo: Lula coleciona gafes em discursos recentes

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Presidente é criticado por falas consideradas preconceituosas e que desagradaram investidores, políticos e lideranças estrangeiras desde o início do mandato. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da Reunião do Comitê Interministerial para Inclusão Socioeconômica de Catadoras e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis, no Palácio do Planalto em Brasília.
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe críticas por falas consideradas preconceituosas e por opiniões que não agradaram investidores, políticos e lideranças estrangeiras desde o início do mandato, em janeiro de 2023.
A declaração polêmica mais recente foi dada na terça-feira (16) no Palácio do Planalto. Lula afirmou que considera “inacreditável” o aumento da violência contra a mulher após jogos de futebol, mas disse que “se o cara é corinthiano, tudo bem”.
O presidente citou a informação ao elogiar a presença de mulheres em uma reunião com ministros e empresários do setor alimentício.
“Hoje, eu fiquei sabendo de uma notícia triste, eu fiquei sabendo que tem pesquisa, Haddad, que mostra que depois de jogo de futebol, aumenta a violência contra a mulher. Inacreditável. Se o cara é corinthiano, tudo bem. Mas eu não fico nervoso quando perco, eu lamento profundamente. Então, eu queria dar os parabéns às mulheres que estão aqui”, disse o presidente na terça.
A fala soma-se a outras declarações que destoaram do tom dos discursos e entrevistas nos quais o presidente procura incentivar a igualdade de gênero e raça e melhores oportunidades de ensino, emprego e renda para as pessoas.
‘Se o cara é corintiano, tudo bem’, diz Lula sobre pesquisa que aponta aumento da violência contra a mulher depois de jogos
Lula abordou a violência contra a mulher ao relatar que é cobrado pela primeira-dama, Rosangela da Silva, a Janja, quando aparece em eventos somente ao lado de homens. O presidente costuma levar em consideração os conselhos de Janja.
No dia seguinte, na Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, ele disse que foi alertado pela primeira-dama sobre a “sensibilidade aguçada” do público e decidiu ler o discurso elaborado por sua assessoria para não criar “problema”.
Os discursos em eventos a respeito de políticas para mulheres, negros, indígenas e pessoas com deficiência geram apreensão entre auxiliares do Planalto pelo risco de falas polêmicas que resultam em críticas da oposição e de setores ligados às políticas progressistas.
Contudo, Lula é visto como principal garoto-propaganda do governo e precisa liderar a defesa da gestão por meio de discursos, mensagens em redes sociais e entrevistas. Há duas semanas ele fez uma bateria de entrevistas para rádios de cidades que visitou.
Escravidão e capacitismo
Lula coleciona desde o ano passado declarações que geraram incômodo por serem consideradas preconceituosas. Em setembro de 2023, antes de passar por cirurgia no quadril, afirmou em live que as pessoas não o veriam de andador porque seu fotógrafo pessoal, Ricardo Stuckert, não pretendia fazer o registro.
“Vocês não vão me ver de andador, vocês não vão me ver de muleta. Vocês vão me ver sempre bonito como se eu não tivesse sequer operado”, declarou Lula.
Antes, em abril do mesmo ano, Lula disse que pessoas que sofrem de transtornos mentais têm “problemas de desequilíbrio de parafuso” e, também, relacionou essas pessoas à promoção de violência nas escolas.
Três dias depois, ele usou as redes sociais para pedir desculpas às pessoas com deficiência.
Em julho de 2023, em Cabo Verde, o presidente defendia a necessidade de ampliar a relação com a África ao afirmar ter “uma profunda gratidão ao continente africano por tudo o que foi produzido durante 350 anos de escravidão” no Brasil.
Lula já havia dado fala similar em visita à Terra Indígena Raposa Serra do Sol ao declarar que, apesar “de toda desgraça”, a escravidão “trouxe uma coisa boa que foi a mistura, a miscigenação”.
Lula anuncia auxílio de R$5,1 mil para famílias que perderam tudo nas enchentes no RS
Em maio de 2024, durante anúncio de medidas de auxílio aos atingidos pelas cheias no Rio Grande do Sul, o petista, que está no terceiro mandato presidencial, disse que se espantou com a “quantidade de gente negra” no estado.
“Eu falei para a Janja domingo: é impressionante, eu não tinha noção que no Rio Grande do Sul tinha tanta gente negra. E no Fantástico [da TV Globo] apareceu muita gente, eu falei ‘não é possível’. E aí, a Janja me falou: ‘É porque são os mais pobres, que moram nos lugares mais arriscados de serem vítimas dessas coisas’”, disse.
Guerras e voto secreto no STF
Em outros casos, o presidente polemizou por opiniões que não trataram de temas a respeito de minorias. Na seara externa, Lula ouviu críticas sobre suas posições a respeito do conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, a guerra da Rússia contra a Ucrânia e sobre a situação política da Venezuela.
Lula apontou que o governo de Nicolás Maduro sofre com “narrativas” e tem repetido o desejo de que as eleições do próximo dia 28 sejam justas e tenham o resultado respeitado, o que poderá levar a Venezuela de volta ao Mercosul.
Após oito anos, Nicolás Maduro veio ao Brasil para encontro com Lula e reunião com outros líderes sul-americanos
EPA
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Em outra ocasião, Lula também defendeu que os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sejam secretos, a fim de reduzir a animosidade na sociedade.
O presidente foi reprovado pelo governo dos Estados Unidos após posições a respeito da guerra entre Rússia e Ucrânia. Lula declarou que a decisão de iniciar o conflito foi tomada “por dois países”, iniciado quando tropas russas invadiram o território ucraniano.
Ele disse ainda que EUA e Europa ajudam a prolongar o conflito e que lhe parece que os líderes russo e ucraniano estão gostando da guerra.
Banco Central e controle fiscal
Com o retorno ao governo após 12 anos, Lula voltou a conviver com as reações do mercado financeiro às suas declarações sobre economia, com impacto na cotação do dólar e na bolsa de valores.
Exemplo disso foi a recente alta da moeda norte-americana em meio a uma série de entrevistas do presidente. Neste caso, a reação se deu por divergências dos investidores em relação às opiniões de Lula.
No último dia 18 de junho, em Brasília, ele concedeu entrevista à rádio CBN, na qual destacou que Campos Neto tem “lado político” e que o comportamento do Banco Central, que define a taxa básica de juros da economia, é a única “coisa desajustada” no país.
Presidente do Banco Central, Campos Neto, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante sessão sobre o tema juros, inflação e crescimento, no Senado Federal, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (27).
FáTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Dois dias depois, durante um ciclo de viagens e entrevistas para participar de inaugurações de obras públicas, o presidente aproveitou os eventos em diversas partes do país para conceder entrevistas a rádios das cidades visitadas, a exemplo de Fortaleza, Teresina, Belo Horizonte, Feira de Santana e Salvador.
As críticas a Campos Neto, ao apoio do economista ao ex-presidente Jair Bolsonaro, à taxa de juros, à autonomia do Banco Central e à exigência do mercado por controle dos gastos públicos ganharam destaque na série de entrevistas.
“O presidente do Banco Central é um adversário político, ideológico e adversário do modelo de governança que nós fazemos. Ele foi indicado pelo governo anterior e faz questão de dar demonstração de que não está preocupado com a nossa governança, ele está preocupado é com o que ele se comprometeu”, disse Lula à Mirante News FM, rádio do Maranhão, durante visita a São Luís (MA).
Na entrevista mais recente à imprensa, concedida à TV Record na terça-feira (16), Lula voltou a afirmar sobre a necessidade de “estar convencido” da necessidade de realizar cortes no orçamento em busca do equilíbrio fiscal.
A ofensiva de Lula tem lastro em pesquisas internas e externas, como as sondagens de opinião feitas por institutos. Em abril de 2023, levantamento do Datafolha apontou que 80% dos entrevistados avaliavam que presidente agia bem ao pressionar o BC pela redução da taxa de juros.
Em julho, pesquisa da Quaest indicou que 66% dos entrevistados concordavam com as críticas de Lula à política de juros.
O tom das falas, em especial às críticas ao BC e à taxa de juros, repete-se desde o início do governo, com momentos mais ou menos virulentos.
“É uma bobagem achar que o presidente do Banco Central independente vai fazer mais do que fez o Banco Central quando o presidente era que indicava”, afirmou o presidente à Globo News em 18 de janeiro de 2023.
Dois meses depois, Lula declarou que continuaria “batendo” para reduzir a taxa de juros, que à época estava em 13,75%. No mês passado, o BC interrompeu o ciclo de cortes na Selic, que ficou em 10,5%, patamar ainda considerado elevado pelo presidente e seus ministros.

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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