Economia
Warner Bros. rejeita proposta da Paramount por risco financeiro elevado
A Warner Bros. Discovery informou que seu conselho rejeitou por unanimidade a proposta da Paramount Skydance, afirmando que a oferta hostil revisada, avaliada em US$ 108,4 bilhões, representaria uma aquisição alavancada considerada arriscada para os investidores.
A Paramount e a Netflix disputam o controle da Warner Bros. e, com ele, seus valiosos estúdios de cinema e televisão e um amplo catálogo de conteúdo.
Entre as franquias mais lucrativas estão “Harry Potter”, “Game of Thrones”, “Friends” e o universo da DC Comics, além de clássicos consagrados como “Casablanca” e “Cidadão Kane”.
Segundo o conselho da Warner Bros., o plano de financiamento apresentado pela Paramount deixaria o estúdio com uma dívida de US$ 87 bilhões após a conclusão da operação, o que caracterizaria a maior aquisição alavancada da história de Hollywood.
A avaliação foi apresentada aos acionistas após a rejeição, na terça-feira, da oferta em dinheiro de US$ 30 por ação. A decisão foi acompanhada da divulgação de um documento de fusão revisado, com 67 páginas, no qual o conselho detalha os motivos para recusar a proposta.
*Reportagem em atualização
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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