Economia
30% dos investidores destinam rendimentos de aplicações para compra da casa própria, diz pesquisa
As intenções de comprar um veículo, fazer viagens e usufruir momentos de lazer também apareceram nas respostas. Sonho da casa própria é o principal motivo pelo qual os brasileiros investem.
Pixabay/Reprodução
O sonho de ter um imóvel é o principal motivo pelo qual os brasileiros dizem poupar e investir.
Segundo a pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, quase um terço (30%) dos investidores do país afirmam que direcionaram o rendimento de suas aplicações para a compra da casa própria.
O número da edição de 2022 representa um aumento de 1 ponto percentual (p.p.) em comparação ao ano anterior e responde pelo principal destino dos recursos. Em seguida, aparecem a intenção de manter o dinheiro aplicado, com 21% (aumento de 1 p.p. em relação a 2021) e a compra de um veículo – seja carro, moto ou caminhão –, com 11% das respostas (alta de 3 p.p.).
Veja abaixo os principais destinos dos investimentos.
Segundo o superintendente de educação da Anbima, Marcelo Bill, mesmo a proporção de pessoas que investe em imóveis é alta quando comparada a outras alternativas de investimento.
“Pesquisas qualitativas que já realizamos mostram a preferência das pessoas por opções que elas avaliam conhecer bem e que são concretas, que elas podem entender e enxergar com clareza. E o caso dos imóveis é um exemplo claro disso”, afirmou o executivo em nota oficial.
O executivo destaca, ainda, o crescimento observado na proporção de pessoas que diz investir para poder viajar ou usufruir de momentos de lazer. De acordo com o estudo, 11% dos entrevistados optaram por essa resposta – um aumento de 4 p.p. ante 2021.
“Esse pode ser um traço de valorização de experiências relacionadas à qualidade de vida no pós-pandemia”, completou Bill.
Classes de Renda
A pesquisa também divide as respostas por classe de renda. Nesse caso, o sonho da casa própria foi prioridade para 31% dos entrevistados pertencentes às classes C, D e E e para 28% nas classes de renda mais altas (A e B).
Veja abaixo as respostas por classes de renda.
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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