Economia
Secretária do Tesouro dos EUA diz que bancos provavelmente tornarão a tomada de crédito mais restrita
Medida seria para controlar a necessidade de mais aumentos das taxas de juros do Fed. Secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, em reunião do Comitê de Finanças do Senado americano.
Reuters
A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse que é provável que os bancos do país tornem os empréstimos mais restritivos após as recentes quebras de instituições financeiras.
Essa restrição dos empréstimos seriam uma medida para controlar a necessidade de mais aumentos das taxas de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), de acordo com uma transcrição de entrevista dada por ela à CNN e divulgada neste sábado (15).
Yellen disse ao programa “Fareed Zakaria GPS” que as ações políticas para conter a ameaça sistêmica causada pelas quebras do mês passado do Silicon Valley Bank e do Signature Bank tinham causado a estabilização das saídas de depósitos, “e as coisas têm estado calmas”.
Como quebra dos bancos americanos SVB e Signature Bank pode afetar o Brasil
“É provável que os bancos se tornem um pouco mais cautelosos neste ambiente”, disse Yellen. “Já vimos algum aperto nos padrões de empréstimo no sistema bancário antes desse episódio, e pode haver mais alguns por vir.”
Ela disse que isso levaria a uma restrição no crédito na economia que “poderia ser um substituto para mais aumentos de taxas de juros que o Fed precisaria fazer”.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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