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Economia

Abono salarial PIS/Pasep: como receber o benefício e quem tem direito?

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Trabalhador precisa ter informações corretas e atualizadas na Rais ou no eSocial; dados são fornecidos pelo empregador, mas podem ser consultados pelo empregado. Foto da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) nas versões digital e impressa
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Trabalhadores poderão consultar se têm direito a receber o abono salarial PIS/Pasep em 2023 a partir do dia 5 de fevereiro. Os depósitos começam a ser realizados no dia 15 do mesmo mês e vão até 28 de dezembro.
Para ter direito ao benefício durante este período, é necessário que o trabalhador tenha sido corretamente cadastrado na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) até 21 de junho de 2022 ou no eSocial até 5 de dezembro de 2022.
Quem tiver sido cadastrado após este período poderá receber o pagamento apenas no calendário do exercício seguinte, em 2024 (referente ao ano-base 2022).
As consultas às informações sobre PIS/Pasep podem ser realizadas de diferentes maneiras e o trabalhador deve se encaixar em uma série de requisitos para ter direito ao saque.
Confira abaixo quais são as regras e como resolver erros de cadastro e dados pessoais para acessar o benefício.
Critérios para recebimento
O abono salarial PIS/Pasep de 2023 corresponde ao ano-base de 2021 e será pago a quem atender a todos os critérios listados abaixo:
Estar cadastrado no PIS/Pasep ou no CNIs (Cadastro Nacional de Informações Sociais) há pelo menos cinco anos;
Ter recebido, em média, até dois salários-mínimos de remuneração durante 2021;
Ter exercido atividade remunerada durante, pelo menos 30 dias (consecutivos ou não) durante o ano de 2021;
Ter seus dados informados e atualizados pelo empregador no Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no eSocial;
Não têm direito ao abono:
Empregados domésticos;
Trabalhadores rurais empregados por pessoa física;
Trabalhadores urbanos empregados por pessoa física; e
Trabalhadores empregados por pessoa física equiparada a jurídica.
Como resolver problemas cadastrais
Uma das obrigatoriedades para que o trabalhador receba o abono salarial é estar com o cadastro em dia na Rais ou no eSocial. Esses dados devem ser informados pelo empregador, mas podem ser consultados pelo trabalhador.
Para realizar a consulta à Rais, basta informar o número do CPF no site do Ministério do Trabalho e Previdência.
Para realizar a consulta no eSocial, é necessário fornecer nome completo, data de nascimento, número do CPF e do NIS (Número de Identificação Social) na área “Consulta de Qualificação Cadastral” no site do INSS.
Para consultar e sacar o benefício, o trabalhador precisa informar corretamente seu número PIS (para empregados na iniciativa privada) ou Pasep (para empregados no serviço público). Em ambos os casos, são 11 dígitos, emitidos no momento de emissão da Carteira de Trabalho.
Atenção: o número PIS/Pasep é diferente do número/série CTPS.
Saiba como consultar seu número PIS
Saiba como consultar seu número Pasep

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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