Economia
Alckmin diz que Brasil tem instrumentos legais para reagir a tarifa dos EUA, mas aposta em negociação
Vice-presidente também avaliou que a medida adotada pelo governo norte-americano pode acelerar o acordo entre Mercosul e União Europeia. O vice-presidente e ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quarta-feira (3) que o Brasil tem instrumentos legais para reagir à nova tarifa de 10% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, mas ressaltou que a intenção do governo é apostar no diálogo.
“De um lado, foi votado pelo Congresso Nacional uma lei que dá todos os instrumentos, o arcabouço jurídico para o Brasil poder agir. Então, isso foi importante. Não pretendemos usá-la, pretendemos fazer negociação”, disse Alckmin.
O vice-presidente também avaliou que a medida adotada pelo governo norte-americano pode acelerar o acordo entre Mercosul e União Europeia. “São 720 milhões de pessoas, 27 países, os mais ricos do mundo na União Europeia e o Mercosul. Eu acho que acelera esse processo”, afirmou.
Alckmin ainda alertou para um possível desvio de comércio em razão das tarifas dos EUA. “Ligamos aqui o alerta, porque pode ter desvio de comércio do mundo para desaguar aqui no Brasil. Então nós vamos monitorar qualquer alteração brusca de comércio exterior”, completou.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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