Política
Alertas no WhatsApp e lockdown: brasileiros relatam estratégias para evitar agentes da imigração nos EUA
Imigrantes brasileiros que vivem nos Estados Unidos relatam que estão deixando de ir para o trabalho e evitando levar os filhos nas escolas com medo de serem detidos por agentes da imigração. Agentes federais realizaram algumas das primeiras operações contra imigrantes sem documentos em residências no subúrbio de Chicago.
Getty Images via BBC
Operação para prender imigrantes sem documentos em Chicago.
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Os relatos de imigrantes que vivem nos Estados Unidos e que temem serem pegos pela imigração por estarem em situação irregular são parecidos: pessoas sem sair de casa, crianças sem ir para escola, grupos de sentinelas observando a movimentação dos agentes da Imigração e Alfândega dos EUA (ICE).
“Têm dias que dá uma minimizada na polícia, têm dias que é ‘caô'”, diz um imigrante que vive na Flórida e preferiu não se identificar. Ele afirma que mantém comunicação, pelo aplicativo de mensagem WhatsApp, com grupos de imigrantes, que passam informação em tempo real sobre as ações do ICE.
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O brasileiro, que trabalha na área de construção civil, tem dois filhos no país e teme ser deportado por estar “sem status”, isto é, sem permissão legal para estar no país.
“Já parou [ICE] na frente de um condomínio de um amigo meu e pegou uns dois, três lá”, detalha. “Está fazendo muito medo na gente por aqui. Está todo mundo com medo. Não tem como você andar, muito complicado, muito tenso”, afirma.
O maior temor dele — que chegou a deixar de para o trabalho alguns dias — é de ser separado dos filhos caso seja deportado e eles não.
“O medo é deixar as crianças para trás. Com quem vão ficar as crianças? São poucas as pessoas que a gente conhece. Se eu for pego, não dá para pedir um americano para pegar”, argumenta.
🔎Ao menos 11 mil imigrantes ilegais, incluindo brasileiros, foram presos desde o início do governo de Donald Trump, segundo a Casa Branca.
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Ajuda financeira
André Simões é gerente de projetos em uma das maiores organizações sociais de Boston, a Brazilian Worker Center. Ele conta que a entidade tem recebido muitas ligações com pedidos de ajuda, inclusive de ajuda financeira.
“As pessoas não estão indo trabalhar e quando elas não vão trabalhar — porque a maioria dos trabalhos é por hora — isso a afeta bastante toda a comunidade”, detalha.
“A comunidade está com muito medo e ficando em casa mesmo. Essa é a primeira medida de proteção, de ficar em casa, não sair”, pondera.
Ainda segundo ele, o aplicativo de mensagens é usado para disparar alertas quando imigrantes avistam agentes do ICE em alguma região.
“A comunidade usa muito WhatsApp para se comunicar, então a gente sabe onde tem grupos de brasileiros que moram perto, têm condomínios inteiros e bairros. E o ICE, que é a polícia de imigração, tem estado presente por lá, então ninguém sai de casa”, destaca.
A Brazilian Work Center tem feito, junto com outras organizações especializadas na questão imigratória, sessões do que eles chamam de “conheça seus direitos” ou, em inglês “know your rights”.
André explica que essas sessões são informativas, para que as pessoas conheçam, de fato, os seus direitos, como agir e não agir caso tenham alguma interação com a imigração. Alguns dos encontros contam com a presença de advogados.
“A gente tem ido bastante em igreja, tem vários eventos em escola, centros comunitários, on-line. Inclusive, tem vários eventos que a gente tinha que eram presenciais e foram remarcados para o modo on-line, porque as pessoas estão com medo de sair”, cita Simões.
Na ocasião das reuniões, os imigrantes podem assinar um documento chamado “caregiver update”, que é uma permissão para que uma outra pessoa possa ser responsável por buscar o filho do imigrante na escola. E, segundo ele, há debates para que as crianças tenham aulas remotas.
“São justamente esses documentos que ajudam a comunidade a se preparar junto desses eventos que a gente faz”, frisa.
“A gente ainda não sabe o tamanho do impacto, mas a gente sabe que localmente isso já representa algum impacto, pelo menos na minha percepção, quando eu vou para os comércios, eu vejo que está muito mais vazio, tem muito menos imigrantes e que as crianças têm deixado de ir para escola”, completa.
Crianças e imigrantes recém chegados são mais vulneráveis
Uma professora brasileira que vive em Massachusetts, que preferiu o anonimato, revela que as próprias crianças estão com medo. Ela atende crianças do primário.
“Eles se sentem com uma liberdade maior de falar comigo, por eu ser imigrante. Então, muitas vezes eles chegam lá e falam: ‘E se a imigração vier aqui? Se o ICE vier aqui? Se me pararem na hora que eu sair do ônibus da escola. Vocês vão me ajudar? O que vocês vão fazer? Então, a gente vê nos olhos das crianças o medo”, afirma.
Segundo ela, desde a posse de Trump e a implementação das políticas de deportação acelerada, o número de faltas cresceu 50%.
“O número de faltas é imenso. Cada professor é responsável por marcar a presença de alguns alunos. Eu sou responsável por um grupo. Eu recebo numa prancheta uma lista dentro do ônibus. Na semana passada, por exemplo, a maioria que é imigrante faltou”, explica.
Em entrevista ao g1, uma socióloga brasileira e organizadora comunitária da equipe do Massachusetts Immigrants and Refugees Advocacy Coalition (MIRA) também frisou a vulnerabilidade de imigrantes que acabaram de chegar aos Estados Unidos.
“Na internet, os algoritmos espalham muita informação errada, de coisas que estão acontecendo em outros lugares, como se fossem aqui. E no WhatsApp também. Então isso tem continuado trazendo um medo muito grande, onde os pais não levam os filhos para as escolas, nem para as creches, também evitam de atender as consultas médicas que já estavam planejadas e até mesmo de ir na igreja”, detalha.
Outra questão destacada pela socióloga é a possibilidade do ICE realizar prisões em locais protegidos, como igrejas escolas e hospitais, já que o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês) revogou uma diretriz de 2021 que proibia a prisão de imigrantes nessas áreas.
“Infelizmente, uma das ordens executivas derrubou aquela proteção de igrejas ser uma área sensível, era chamada aqui de ‘sensitive locations’, e isso fez com que mais uma camada de medo fosse adicionada para as nossas comunidades. A gente sabe que as igrejas cumprem um papel central aqui na sociabilidade da comunidade. Então, no momento, a gente ainda está atravessando essa fase, está bem difícil”, menciona.
Há quatro anos, o governo Biden justificou que as prisões em edifícios protegidos poderiam criar uma sensação de medo em instituições que fornecem serviços básicos. Além disso, a gestão acreditava que todos, incluindo imigrantes, teriam direito à saúde, educação e religião.
🔎Com a revogação das medidas adotadas por Biden, agentes de segurança poderão prender imigrantes em áreas consideradas protegidas pelo governo.
“Ontem [quarta] à noite eu estive numa dessas igrejas dando palestras sobre os seus direitos, como se comportar, como interagir com a polícia federal, ensinando qual que é a distinção da polícia local para a polícia federal, quais são as responsabilidades”, sinaliza a socióloga.
“A gente trouxe políticos pró-imigrantes. A prefeita da cidade disse com todas as letras que as escolas estão fechadas para qualquer ação da polícia imigratória. Então, a gente espera que com essas ações, aos poucos, a comunidade vá entendendo e aprendendo quais são as responsabilidades de cada órgão local aqui e vá superando isso aos poucos”, prossegue.
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Apresentação de defesa
O advogado Antonio Massa Viana, que atua com direito de imigração em Massachusetts, pondera que ao mesmo tempo em que esses grupos organizados em aplicativos ajudam, algumas vezes criam pânico desnecessário entre os imigrantes, como uma ocasião em que alertaram sobre drones sobrevoando uma região.
“Nesse dia, muitos imigrantes não enviaram seus filhos para a escola”, diz.
Tem um lado positivo de se manter informado, mas nem tudo é real. O que nós temos feito é o trabalho de conscientização para poder preparar as pessoas, não assustá-las. Temos feito muitas lives. Isso tudo para esclarecer e, também, fazer consultas individuais”, observa.
Viana relata que tem feito encontro em igrejas e outras entidades para dar esses esclarecimentos, onde muitos pais admitem que têm evitado enviar os filhos para a escola.
“Ninguém pode prever se vai ser preso pelo ICE, mas podemos explicar como as pessoas podem se preparar para uma audiência de fiança, podemos orientar as pessoas para indicar com quem vão deixar suas crianças, quem vai cuidar dos bens que deixarem no país”, elenca.
Ele orienta que as pessoas busquem instituições sérias, que compartilham informações corretas e lembra que nem todas as pessoas estão passíveis à deportação acelerada, que há algumas formas de defesa que se aplicam a imigrantes.
“Para algumas categorias de imigrantes é permitido apresentação de defesa. Há defesas específicas que se aplicam dependendo da condição em que se encontra no país, os vínculos que têm naquele local”, exemplifica.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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