Economia
Argentina assina acordo sobre minerais críticos com os EUA, diz governo Milei
Trump recebe Milei pela primeira vez na Casa Branca
Jonathan Ernst/Reuters
A Argentina e os Estados Unidos assinaram nesta quarta-feira (4) um acordo sobre minerais críticos. Segundo o Ministério das Relações Exteriores argentino, o objetivo é fortalecer e tornar mais seguras as cadeias de suprimento.
Em comunicado, a chancelaria afirmou que a iniciativa deve impulsionar um crescimento econômico significativo para a Argentina. As exportações de mineração do país alcançaram US$ 6,04 bilhões em 2025, segundo a pasta.
O acordo foi firmado durante a Reunião Ministerial sobre Minerais Críticos convocada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e estabelece um Instrumento-Quadro para o fortalecimento do abastecimento em mineração e processamento de minerais críticos.
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De acordo com o governo argentino, a iniciativa busca consolidar cadeias de valor mais sólidas e diversificadas, criar um ambiente favorável à atração de investimentos produtivos de longo prazo e responder ao aumento da demanda global e ao avanço de tecnologias de ponta.
O comunicado destaca que, em 2025, impulsionadas por estímulos e pelas condições estabelecidas pelo Regime de Incentivo a Grandes Investimentos (RIGI), as exportações de mineração atingiram um recorde de US$ 6,037 bilhões, com crescimento interanual próximo de 30%.
Nesse contexto, minerais críticos como lítio e cobre são apontados como setores estratégicos para o aumento das exportações, geração de divisas e criação de empregos qualificados, com impacto positivo nas economias regionais.
A pasta afirmou ainda que, em um cenário de estabilidade macroeconômica e regras claras para investimentos, a mineração se consolida, ao lado da energia e da agroindústria, como um dos pilares do processo de transformação econômica do país.
A Argentina projeta elevar suas exportações totais para cerca de US$ 100 bilhões nos próximos sete anos, com participação crescente da mineração, que pode superar US$ 20 bilhões nesse período e alcançar mais de US$ 30 bilhões ao final da próxima década, segundo o comunidado.
* Reportagem em atualização
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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