Economia
BB pede à AGU ação contra oposicionistas
O Banco do Brasil pediu à Advocacia Geral da União que tome providências jurídicas contra perfis que de disseminam desinformação. Alguns deles, ligados à oposição.
O blog teve acesso ao ofício do banco, que lista postagens de perfis que estimulam pessoas a fecharem conta no banco e citam uma série de boatos que configurariam ameaça não só ao Banco do Brasil mas a todo o Sistema Financeiro Nacional.
“Ameaças direcionadas a minar recursos internalizados no Banco do Brasil, por intermédio da disseminação de fake news quanto à existência de sanções estrangeiras ou bloqueio de ativos de magistrados da Suprema Corte,
comprometem a estabilidade da ordem econômica, financeira e social e comprometem o desenvolvimento econômico equilibrado do país”, diz o documento encaminhado à AGU.
Desde o começo da semana o Banco do Brasil colocou em curso uma estratégia de contenção de danos. A própria diretoria ligou para os 100 maiores investidores para dar esclarecimentos sobre os boatos. Funcionários e gerentes foram orientados a falar com clientes.
Os ataques ao BB se deram a partir das especulações sobre contas bancadas de ministros da Suprema Corte.
Atualmente, o ministro Alexandre de Moraes é alvo da Lei Magnitsky, dos Estados Unidos, que impõe sanções financeiras como congelamento de ativos nos EUA e proibição de fazer negócios com empresas americanas. Instituições em outros países que mantiverem ativos dos alvos da lei podem sofrer sanções nos EUA.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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