Economia
China testa sistema que ejeta bateria em chamas de carros elétricos — torça para não estar perto
Carro ejeta bateria superaquecida
reprodução/Weibo
A China está testando uma solução curiosa para o risco de incêndios em baterias de carros elétricos: ejetar o componente para longe do veículo.
A proposta lembra o funcionamento do airbag, que se abre em frações de segundo para evitar o impacto do motorista com o volante. No caso da bateria, sensores identificam o superaquecimento e disparam o componente para fora do carro.
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Um vídeo, que circula na rede social chinesa Weibo, mostra um Chery iCar 03T adesivado com o logotipo do Centro de Pesquisa e Tecnologia em Reparos de Colisões de Veículos da China.
A Chery, presente no Brasil desde 2009 e que vende atualmente os SUVs Tiggo, o sedã Arrizo e o compacto iCar, utilizou a mesma rede social para negar participação nos testes.
No vídeo, o carro expulsa a bateria em alta velocidade, fazendo o componente se afastar do SUV vermelho. Segundo comentários na rede social, a bateria percorre de 3 a 6 metros para longe do veículo.
A intenção é evitar que o carro pegue fogo, afastando a bateria superaquecida antes que provoque o incêndio. O problema é que a medida desconsidera a segurança de quem estiver por perto.
Seja outro carro estacionado ou até mesmo um pedestre que esteja passando na calçada.
Regras de segurança
O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares (CNCGBM) publicou um conjunto de diretrizes para a instalação ideal de carregadores de veículos elétricos. A ideia é harmonizar as melhores práticas de segurança para todas as unidades de bombeiros do país.
As diretrizes incluem:
Ponto de desligamento manual de todas as estações de recarga, a não mais de 5,00 metros da entrada principal;
Local para o corte de energia entre os módulos de recarga e a rede elétrica por meio de disjuntor no quadro de distribuição;
Afastamentos em relação a riscos específicos como áreas com líquidos igníferos e gás liquefeito de petróleo devem seguir os parâmetros das Instruções Técnicas pertinentes;
Sistema de detecção de incêndio: proteção onde houver ocupações com garagens, dimensionado conforme a Instrução Técnica específica;
Sistema de chuveiros automáticos: nas áreas de garagens deverão ser calculados como risco ordinário 2 com chuveiros de resposta rápida.
Caso o pavimento da edificação onde houver ocupações com garagens seja dotado de ventilação natural com abertura mínima de 50% do perímetro em pelo menos duas fachadas, o sistema de extração mecânica é dispensado.
Possuir do tempo requerido de resistência ao fogo (TRRF) mínimo de 120 minutos para área destinada à garagem.
GWM Ora 03 GT: veja o teste do g1, com pontos positivos e negativos do carro
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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