Economia
Tomate é fruta ou hortaliça? Entenda a classificação e por que ele não vai na salada de frutas
Você sabia que o tomate é uma hortaliça-fruto?
Se o tomate é mesmo uma fruta, por que ele não aparece na salada de frutas? Essa dúvida foi enviada por um telespectador de Valparaíso (Goiás) para o Globo Rural deste domingo (21).
O tomate é considerado fruto (nome técnico de fruta) porque ele vem de uma flor, explica a professora Abadia Reis, da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia. Segundo ela, a flor do tomateiro tem um ovário, a partir do qual se desenvolve o fruto.
É o mesmo processo de formação da maçã, da laranja e do pêssego, por exemplo. O que causa surpresa é o fato de o tomate estar mais presente em pratos salgados, ao contrário da maioria das frutas, mais associadas ao sabor doce.
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Tecnicamente, o tomate é classificado como hortaliça-fruto, grupo de hortaliças cuja parte comestível são justamente os frutos e sementes.
Além do tomate, a berinjela, o pepino, o quiabo, por exemplo, também fazem parte desse grupo. Saiba mais detalhes no vídeo acima.
Tomate
Josephine Baran / Unsplash
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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