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Economia

Depois de 6 anos em recuperação judicial, Oi faz novo pedido para se proteger de credores

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Empresa não informou o montante de dívida em jogo no pedido de recuperação. Logo da Oi visto em loja de São Paulo
Paulo Whitaker/Reuters
A Oi anunciou na noite dessa terça-feira (1) que ingressou na Justiça do Rio de Janeiro com um novo pedido recuperação judicial, poucos meses depois de ter saído de processo semelhante que levou seis anos para ser concluído.
Conforme adiantado pela Reuters, a companhia, que no processo anterior de recuperação vendeu uma série de ativos, incluindo suas operações de telefonia móvel para as rivais Telefônica Brasil, TIM e Claro, afirmou que ingressou com o novo pedido na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro “em caráter de urgência”.
Em fato relevante divulgado ao mercado, a companhia afirmou que “o pedido de Recuperação Judicial demonstrou-se a medida mais adequada para a Companhia e suas Subsidiárias neste momento” diante do contexto de:
(a) a aproximação da data de encerramento dos efeitos da tutela cautelar de urgência que tramita no Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro;
(b) as negociações ainda em andamento com os referidos credores financeiros da Companhia e seus assessores, com a existência de pontos negociais ainda sujeitos à concordância entre as partes que impossibilitam a Companhia de concluir, até o presente momento, as negociações e objetivos mencionados acima;
(c) o cenário econômico-financeiro em que se encontram a Companhia e suas Subsidiárias, com dívidas vencidas e o potencial vencimento antecipado e cruzado de contratos financeiros celebrados; e (d) necessidade de manutenção da proteção legal contra potenciais execuções de credores e outras medidas contra a Companhia e suas Subsidiárias
A Oi, que atualmente se concentrou em operação de redes de fibra ótica e afirma ser “líder em conexões por fibra em diversos Estados do país”, não informou o montante de dívida em jogo no pedido de recuperação.
Até o final de setembro do ano passado, a companhia informava uma dívida bruta total com valor de face de cerca de R$ 47,3 bilhões e um caixa de R$ 3,6 bilhões. A empresa terminou o terceiro trimestre de 2022 com um fluxo de caixa operacional negativo em R$ 312 milhões.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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