Economia
‘Dinheiro esquecido’: tire suas dúvidas sobre a nova rodada de liberação de recursos
Serviço do Banco Central vai liberar acesso para resgates nesta terça-feira (7). Há mais de R$ 6 bilhões para serem devolvidos. Notas de real
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Desde a última terça-feira (28), o sistema do Banco Central para consulta de dinheiro esquecido em instituições financeiras está reativado. A partir da próxima terça-feira (7), às 10 da manhã, os saques podem ser solicitados.
Ao todo, 38 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de empresas têm cerca de R$ 6 bilhões a receber, segundo o BC.
Veja abaixo respostas para as seguintes perguntas:
Há alguma novidade neste ano?
Como consultar?
Como solicitar o resgate?
Como criar a conta gov.br?
Como receber recursos devidos a familiares que já faleceram?
É possível gerar um comprovante para tomar empréstimos?
Quando o dinheiro será pago?
Como não cair em golpes
LEIA TAMBÉM
BC reabre consulta a R$ 6 bilhões esquecidos nos bancos
Sistema do Banco Central tem 15 milhões de consultas em três dias
Mais de meio milhão de pessoas têm acima de R$ 1 mil para receber
O que acontece se eu não fizer o resgate do ‘dinheiro esquecido’?
Há alguma novidade neste ano?
Além de valores esquecidos em contas correntes, poupanças, cooperativas de crédito, consórcios e tarifas e empréstimos, o sistema do Banco Central agora mostra valores oriundos de contas de pagamento, corretoras de títulos e valores mobiliários.
Neste ano, há também uma sala de espera virtual, que permanece aberta por prazo indeterminado, para efetuar o pedido do saque. Ou seja: não haverá, como no ano passado, necessidade de agendamento.
Segundo o BC, o sistema também ganhou mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares solicitar o saque de dinheiro esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações da solicitação: valor, data e CPF de quem solicitou.
A consulta a valores de pessoa falecida ganhou acesso para herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal, e informará os dados de contato da instituição responsável pelo valor e a faixa de valor.
Como consultar?
Acesse o site valoresareceber.bcb.gov.br/publico
Tenha em mãos o número de CPF e a data de nascimento ou CNPJ e data de abertura da empresa
Como solicitar o resgate?
Se houver valores a receber, surgirá no site a opção para acessar o Sistema de Valores a Receber (SVR), do BC:
Clique no botão ‘Acessar o SVR’.
Se não houver fila de espera, você será transferido para a página de login da conta gov.br.
Para acessar seus valores como pessoa física ou de pessoas falecidas, sua conta gov.br precisa ser de nível prata ou ouro.
Você tem dinheiro esquecido? Saiba como consultar no Banco Central
Como criar a conta gov.br?
A criação da conta gov.br é gratuita. O cadastro pode ser feito pelo site ou pelos aplicativos.
Site Acesso (https://sso.acesso.gov.br)
App gov.br (disponível em Android ou IOS)
A conta gov.br tem três níveis de segurança e acesso: bronze, prata e ouro. Ao fazer o login no gov.br, o cidadão já é informado do nível da conta. Para aumentar o nível, basta seguir as instruções ou entrar em “Privacidade/Selos de Confiabilidade”.
Como receber recursos de familiares que já faleceram?
Para receber os recursos, você precisa ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. O passo a passo exige:
Acessar o SVR através da sua conta gov.br
Entrar na seção “Valores para Pessoas Falecidas”
Digitar o CPF e a data de nascimento da pessoa falecida.
Ler e aceitar o Termo de Responsabilidade de consulta a dados de terceiros.
A informação dos dados a receber será por faixa de valor (R$ 0 a 10; R$ 10,01 a 100; R$ 100,01 a R$ 1 mil e acima de R$ 1 mil).
Uma vez conhecidas as instituições financeiras com os valores a serem resgatados, é preciso perguntar diretamente a elas sobre a documentação necessária para receber o valor da pessoa falecida.
É possível gerar um comprovante para tomar empréstimos?
Sim. Ao acessar o Sistema de Valores a Receber (SVR), a partir desta terça (10), você vai poder gerar um comprovante.
O documento é gerado com um número de protocolo, e o valor correspondente que pode ser sacado, podendo ser usado como prova para um credor.
Quando o dinheiro será pago?
Segundo o Banco Central, o prazo de devolução é em até 12 dias úteis, se você solicitou o seu valor pelo SVR, clicando em “Solicitar por aqui”, e indicou uma chave PIX.
Em casos diretamente combinados com a instituição financeira correspondente, não há prazo definido.
Como não cair em golpes
Segundo o site do BC, a melhor forma de se precaver é:
Não fazer qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores: todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos.
Não clicar em links que indicam confirmação de dados pessoais: o BC não envia links nem entra em contato com você para tratar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais.
Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode te contatar e ela nunca irá pedir sua senha.
Não clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram.
O único site para saber informações sobre valores a receber é valoresareceber.bcb.gov.br
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


