Economia
Dólar
No dia anterior, a moeda norte-americana avançou 1,26%, vendida a R$ 4,9655, maior nível desde 1º de junho. Cédulas de dólar
bearfotos/Freepik
O dólar abriu em alta nesta terça-feira (15), em mais um pregão marcado pela forte aversão ao risco no exterior. Investidores temem que as maiores economias do mundo estejam próximas de passar por um período de recessão econômica.
Nos Estados Unidos, a expectativa é pela divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) amanhã, com novas sinalizações de qual será o rumo dos juros no país. Na China, novos dados econômicos foram divulgados hoje e vieram abaixo das projeções de mercado, alimentando a percepção de desaceleração mais forte da economia.
Às 09h03, a moeda norte-americana subia 0,33%, cotada a R$ 4,9821. Veja mais cotações.
No dia anterior, o dólar encerrou o pregão com alta de 1,26%, vendido a R$ 4,9655, no maior patamar desde 1° de junho. Com o resultado, a moeda passou a acumular:
altas de 1,26% na semana e de 5,00% no mês;
recuo de 5,92% no ano.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
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O que está mexendo com os mercados?
A forte aversão ao risco vinda do exterior impacta os negócios no Brasil em mais um pregão. Hoje, os dados que mais recebem a atenção dos investidores vieram da China.
A segunda maior economia do mundo decepcionou com os números de vendas no varejo e de produção industrial de julho. O varejo cresceu 2,5% no mês na comparação anual, enquanto as expectativas eram de alta de 4,4%. Já a indústria teve alta de 3,7%, contra os 4,6% esperados.
Os dados frustraram investidores porque, embora mostrem uma alta, reforçam a visão de que a China está passando por um período de desaceleração econômica.
Se o país asiático desacelera, isso pode gerar impactos em todo o mundo, já que se trata de um dos maiores demandantes por diversos tipos de produtos, o que pode afetar as exportações de outros países, inclusive o Brasil.
Além disso, analistas do BTG Pactual destacam que o Banco Popular da China cortou duas de suas principais taxas de juros, para tentar estimular a economia.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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