Economia
Dona da M&M’s compra proprietária das marcas Pringles e Kellogg’s por US$ 36 bilhões
O pagamento equivale a um preço de US$ 83,50 por cada ação da Kellanova. A empresa norte-americana Mars, dona de marcas de alimentos, produtos de higiene e produtos para animais populares no mundo todo — como M&M’s, Sneakers e Royal Canin — anunciou nesta quarta-feira (14) que comprou a Kellanova por cerca de US$ 35,9 bilhões.
A Kellanova também é uma companhia alimentícia, responsável por marcas conhecidas de lanches e cerais, como os salgadinhos Pringles e os sucrilhos Kellog’s.
Segundo comunicado ao mercado da Mars, o valor acertado pela compra representa um prêmio de quase 44% sobre o preço médio das ações da Kellanova nos últimos 30 dias.
O pagamento equivale a um preço de US$ 83,50 por cada ação da Kellanova.
Segundo o presidente da Mars Poul Weihrauch, a combinação dos negócios permite à Mars o crescimento do negócio de lanches de uma forma sustentável e que seja adequada para o futuro.
“Honraremos a herança e a inovação por trás das incríveis marcas de lanches e alimentos da Kellanova, ao mesmo tempo em que combinamos nossos respectivos pontos fortes para oferecer mais opções e inovação aos consumidores e clientes. Temos um enorme respeito pelo legado histórico que a Kellanova construiu e estamos ansiosos para receber a equipe da Kellanova”, diz Weihrauch.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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