Economia
Governo autoriza reabertura de unidade da 2ª maior fabricante de produtos da Coca-Cola no Brasil
Laudos preliminares apresentados pela Solar não indicam contaminação nos produtos, diz Ministério da Agricultura. Solar Coca-Cola
Reprodução / Redes sociais
O Ministério da Agricultura autorizou, nesta sexta-feira (6), a retomada das atividades de produção de uma unidade da Solar, em Maracanaú (CE), que foi paralisada, na quarta-feira (4).
A Solar é a segunda maior fabricante dos produtos da Coca-Cola no Brasil, segundo a empresa.
Laudos preliminares apresentados pela empresa indicaram que não houve contaminação nos produtos. O laudo final deve sair na próxima semana e, por isso, a comercialização das bebidas permanece suspensa.
A fábrica foi fechada após a detecção de componentes do refrigerante, como a cafeína, no líquido de resfriamento, que é composto por etanol (álcool) alimentício. Mas o Ministério investiga se o inverso aconteceu: ou seja, se há etanol alimentício dentro do refrigerante.
No total, cerca de 9 milhões de litros de refrigerante foram encaminhados para análise.
O governo liberou a reabertura da Solar após a empresa apresentar documentos técnicos que comprovaram a correção de um vazamento no sistema de resfriamento da linha de produção.
“O processo produtivo voltou a operar em conformidade com os requisitos de segurança e qualidade estabelecidos pela legislação”, disse o Ministério.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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