Economia
IBGE ainda não sabe se conseguirá identificar a qual igreja ou denominação pertencem os fiéis
Em 2010, instituto detalhou, entre os evangélicos, por exemplo, quantos eram da Assembleia de Deus, Batistas, Adventistas ou Metodistas. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ainda não sabe se conseguirá detalhar os dados dentro de cada grupo religioso.
➡️Nesta sexta-feira (6), o instituto divulgou os resultados preliminares do Censo 2022 sobre religião.
No último Censo, em 2010, o IBGE detalhou, entre os evangélicos, por exemplo, quantos eram da Assembleia de Deus, Batistas, Adventistas ou Metodistas. Entre aqueles sem religião, quantos eram agnósticos ou ateus. O instituto também conseguiu informar o número de pessoas pertencentes a religiões de menor representatividade, como judaísmo ou islamismo.
MAPA: Qual é a religião mais popular da sua cidade?
“A gente está enfrentando dificuldades para desagregar alguns destes grandes grupos, mas a gente ainda está avançando nesses estudos, e ainda não temos uma posição fechada sobre qual grupo vamos conseguir desagregar no futuro”, explicou o analista do IBGE Luiz Felipe Barros.
Caso consiga detalhar as informações de cada grupo, a divulgação acontecerá no segundo semestre de 2025.
Brasil tem menor parcela de católicos da história; evangélicos batem recorde
O levantamento mostra que a proporção de brasileiros que se declaram católicos caiu e chegou ao menor nível já registrado desde 1872. Apesar da queda, o catolicismo segue sendo a maior religião no país, seguida da evangélica.
Segundo o instituto, 56,7% da população brasileira afirmou ser católica em 2022.
Já o número de evangélicos no Brasil atingiu o maior número registrado e cresceu 5,2 pontos percentuais entre 2010 e 2022, passando de 21,6% para 26,9% da população.
O Censo 2022 também revelou:
Brasileiros sem religião também batem recorde: 9,3%
Praticantes de umbanda e candomblé triplicam
Espiritismo cai, agora são 1,8% da população
Brasil tem menor parcela de católicos da história; evangélicos batem recorde
Infográfico – Evolução das religiões no Brasil, segundo Censo de 2022.
Arte/g1
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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