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Economia

Governo prevê gastar R$ 2,5 bilhões com programa Luz para Todos em 2024

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Relançado em agosto, programa deve levar energia elétrica a 85 mil residências no ano que vem. Valor será pago com orçamento da CDE – um fundo custeado pelos consumidores. Conta de luz ficará mais cara para residências e consumidores de baixa e alta tensão no RS
Reprodução/RBS TV
O governo federal prevê gastos de aproximadamente R$ 2,5 bilhões com o programa Luz para Todos em 2024, financiados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
A informação consta de nota técnica publicada pelo Ministério de Minas e Energia nesta segunda-feira (28). A pasta abriu consulta pública para a proposta por 15 dias.
No próximo ano, o governo pretende atender, com energia elétrica, a 83.057 unidades consumidoras –como residências.
O valor destinado, de R$ 2,5 bilhões, será pago pelo orçamento da CDE – fundo setorial custeado pelos consumidores de energia.
Discussões sobre investimento em energias renováveis se ampliaram após apagão da semana passada
Montante maior do que o deste ano
O montante é 55% maior que o destinado para a universalização da energia elétrica em 2023.
Segundo o ministério, o aumento nos recursos em 2024 se justifica “principalmente pela necessidade de dar celeridade ao processo de universalização com vistas a promover a democratização do acesso e do uso da energia elétrica no País e combater a pobreza energética”.
A pasta afirma ainda que, por causa da assinatura de novos contratos pelo programa, haverá maior desembolso financeiro em 2024. Estão previstos 22 novos contratos no próximo ano.
O pagamento dos recursos do Luz para Todos está condicionado ao avanço das obras, sendo que 20% do valor dos contratos são liberados após a assinatura.
O Luz para Todos é financiado com recursos das distribuidoras de energia, inclusive por meio de financiamentos, e da CDE.
Criado em 2003, o programa Luz para Todos tinha o objetivo de levar energia elétrica às residências que não são atendidos pelas distribuidoras.
Prorrogado por diversas vezes até 2022, o programa foi retomado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 4 de agosto.
Segundo dados do ministério, até 2018, 3,4 milhões de domicílios haviam sido atendidos pelo programa.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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