Economia
Governo recua e prevê 60 dias de auxílio doença sem perícia médica
Medida era parte de pacote de corte de gastos anunciado no começo do mês. Expectativa era de economizar R$ 3,8 bilhões até 2026. O governo recuou nesta terça-feira (24) em uma parte das ações de ajuste de contas da medida provisória (MP) apresentada no dia 11.
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A MP estabelecia que o auxílio incapacidade temporária (auxílio doença) seria de, no máximo, 30 dias com base apenas em atestado médico (Atestmed), ou seja, depois desse prazo seria necessária perícia médica.
Antes da MP, o prazo era de 180 dias. A expectativa do governo era de economizar R$ 1,2 bilhão neste ano e outros R$ 2,6 bi em 2026.
INSS no Amazonas
Divulgação
Recuo parcial
Agora, o governo decidiu afrouxar um pouco a regra. Um portaria assinada pelo ministro da Previdência e pelo presidente do INSS prevê que esse prazo será de 60 dias, e não mais de 30 dias.
No entanto, esse período de 60 dias sem perícia médica vale por 120 dias. Ou seja, é uma medida temporária.
Se a MP for aprovada nesses 120 dias, volta a valer o prazo de 30 dias.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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