Economia
Haddad anuncia Gabriel Galípolo para assumir diretoria de política monetária do Banco Central
Outro nome indicado foi o do servidor Ailton Aquino dos Santos, para a diretoria de fiscalização da autarquia. Gabriel Galípolo e Fernando Haddad
TON MOLINA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira (8) os dois nomes indicados pelo governo para ocuparem a diretoria do Banco Central. Segundo o ministro, Gabriel Galípolo, atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda, foi indicado para assumir a diretoria de política monetária da autarquia.
No lugar de Galípolo na secretaria executiva da Fazenda, Haddad indicou Dario Durigan. “Com tudo correndo bem na tramitação dos nomes dos diretores junto ao Senado Federal, o Dario assume a secretaria imediatamente após a posse do Gabriel Galípolo no Banco Central”, disse o ministro.
Já para o cargo de diretor de fiscalização do BC foi indicado o servidor Ailton Aquino dos Santos.
(Essa matéria está em atualização)
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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