Economia
Itaú Unibanco tem o 2º maior lucro trimestral da história dos bancos no país, atrás apenas do BB
Resultado do banco foi o maior lucro já registrado para o 1º trimestre entre os bancos de capital aberto listados na B3. Fachada de agência do Itaú Unibanco
Divulgação
Com o resultado do 1º trimestre de 2023, o Itaú Unibanco registrou o segundo maior lucro trimestral da história dos bancos brasileiros, com o valor de R$ 8,17 bilhões divulgado nesta segunda-feira (8). O levantamento foi feito por Einar Rivero, da TradeMap.
O líder da lista é o Banco do Brasil, com R$ 8,62 bilhões apurados no 4º trimestre de 2022. Entre os 10 maiores lucros históricos, o Itaú Unibanco e o Banco do Brasil dominam a lista, com quatro e seis registros, respectivamente.
O resultado do 1º trimestre do Itaú Unibanco foi o maior lucro já registrado para o período entre os bancos de capital aberto listados na B3.
Resultados do 1º trimestre
O Itaú Unibanco divulgou nesta manhã lucro líquido recorrente de primeiro trimestre em alta de 14,6% sobre o mesmo período do ano passado, a R$ 8,435 bilhões, em um resultado em linha com as expectativas do mercado e marcado por controle de custos e inadimplência estável na comparação com o final do ano passado.
O maior banco do país terminou o primeiro trimestre com 4.173 agências e pontos de atendimento, redução de 42 unidades em relação ao final de março do ano passado e queda ante dezembro, quando a base era de 4.231 agências. A base de caixas eletrônicos encolheu em 1.141 pontos.
Apesar do enxugamento da presença física do Itaú Unibanco, o banco elevou o número de funcionários em 862 empregados no primeiro trimestre na comparação anual, com a linha outras despesas operacionais crescendo 9,3% no período, a R$ 16,16 bilhões.
O Itaú Unibanco encerrou março com índice de inadimplência de operações vencidas há mais de 90 dias de 2,9%, estável sobre o final de 2022, mas acima dos 2,6% registrados um ano antes. Mas a carteira de crédito subiu 11,7% no período, para R$ 1,153 trilhão.
O chamado índice de inadimplência antecedente, de operações vencidas entre 15 e 90 dias, passou de 2,3% no final do ano passado para 2,5% em março, o que, segundo o Itaú, marca a menor alta para um primeiro trimestre desde 2018.
O chamado “custo do crédito” disparou 30,4% na comparação anual, para R$ 9,1 bilhão, no primeiro trimestre, com os descontos concedidos crescendo 56,1%, a R$ 868 milhões.
“Essa variação (no custo do crédito) ocorreu principalmente nos negócios de varejo no Brasil, com aumento de R$ 1,625 bilhão da despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa, em função da maior originação em produtos de crédito ao consumo e sem garantia”, afirmou o Itaú Unibanco no balanço.
O Itaú terminou março com uma margem financeira gerencial de R$ 24,7 bilhões, alta de 17,3% na comparação anual. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido consolidado subiu no período de 20,4% para 20,7%.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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