Política
Jadilson Bombeiro promete concursos para saúde e segurança pública e fazer parcerias público-privadas em diversas áreas
Candidato do PMB participou da série de entrevistas comandadas por Clarissa Góes com candidatos ao governo do estado. Entrevista foi gravada no estúdio do g1, no Recife. Entrevista do g1 com Jadilson Bombeiro (PMB), candidato ao governo de PE – Íntegra
Jadilson Bombeiro (PMB), candidato ao governo de Pernambuco, disse que, se for eleito, vai fazer concursos nas áreas da saúde e da segurança pública, investir em parcerias público-privadas em diversas áreas e criar programas de atração dos jovens à escola, se for eleito (veja vídeo acima). Ele foi entrevistado pela apresentadora Clarissa Góes, na série do g1 que começou na segunda-feira (22).
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Veja acima a íntegra da entrevista ou ouça, abaixo, no podcast:
Durante a entrevista, ele também afirmou que pretende reavaliar o preço das passagens de ônibus e “chamar os donos de empresas para uma nova conversa”. Também disse ser contrário à dupla função de motoristas de ônibus, que atuam também como cobradores, e prometeu investir “fortemente” no turismo do estado.
A primeira entrevistada da série foi Marília Arraes (Solidariedade), seguida por Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB) e Raquel Lyra (PSDB). Eles tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Clarissa Góes, apresentadora do Bom Dia Pernambuco, direto do estúdio do g1, no Recife.
Jadilson Bombeiro (PMB) em entrevista ao g1
Reprodução/g1
COMO FORAM AS OUTRAS ENTREVISTAS:
Marília Arraes promete criar bilhete único e acabar com as faixas salariais nas polícias
Anderson Ferreira diz que vai criar 600 mil empregos e reduzir IPVA
Danilo Cabral propõe investir R$ 15 bilhões e concluir BRT
Raquel Lyra promete abrir 60 mil vagas em creches e construir hospitais
Miguel Coelho diz que vai contratar policiais penais e fazer reforma administrativa
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 3 de setembro. O primeiro foi Jadilson Bombeiro e, depois dele, vêm Ubiracy Olímpio (PCO), João Arnaldo (PSOL), Jones Manoel (PCB), Pastor Wellington (PTB) e Claudia Ribeiro (PSTU).
Veja, abaixo, todos os trechos da entrevista de Jadilson Bombeiro ao g1:
Políticas para a mulher
Empregabilidade dos jovens
Rede integral de ensino
Concursos na saúde e segurança
Construção de hospitais e saúde
Parcerias Público Privadas (PPPs)
Compesa
Estradas
Aeroportos do interior
Fernando de Noronha e turismo
Passagens de ônibus
Habitação
Campanha eleitoral
Políticas para a mulher
O primeiro tema abordado foi o fato de Jadilson Bombeiro estar no Partido da Mulher Brasileira e a candidatura ser de um homem. O PMB tenta trocar de nome para Brasil 35, mas o processo ainda tramita na Justiça Eleitoral. Ele disse que o partido preza pela paridade de gênero e, por isso, a candidata a vice é Fernanda Souto Maior, também do PMB. “Temos uma diretriz no nosso partido que, quando o majoritário for um homem, a vice tem que ser uma mulher. Assim também serve para as presidências do partido na esfera municipal ou estadual”, afirmou. Com relação a propostas para mulheres, ele disse que tem propostas para “ser humano”.
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Empregabilidade dos jovens
Jadilson Bombeiro também falou sobre como pretende garantir a empregabilidade dos jovens. Ele afirmou que a escola pública não funciona como “mecanismo de atração”, algo que ele pretende mudar, caso seja eleito. “A gente vai transformar a escola em mecanismo de atração, onde a criança, o jovem e o adolescente ele tenha prazer de ir à escola, e não seja imposto pelo mecanismo obrigatório, através do Segundo Tempo, da integralidade das escolas públicas, que a gente defende a escola integral, fazendo com que eles se despontem para os esportes, para a cultura, a depender da região”, declarou.
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Rede integral de ensino
O candidato afirmou que pretende ampliar o modelo de ensino integral na rede pública de Pernambuco, como forma de ocupar os jovens e reduzir a criminalidade. “A escola integral é algo que não pode mais voltar atrás. No que diz respeito à receita, o estado tem receita suficiente, o que importa, hoje, o que falta, hoje, é coração, é entendimento”, declarou. Ele disse que a educação pública é um modelo “que está falido para quem estuda na escola pública”, e afirmou que as escolas pararam de reprovar os estudantes.
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Concursos na saúde e segurança
Jadilson Bombeiro traz, no plano de governo, a proposta de realizar concursos públicos nas áreas da saúde e segurança pública. Ele criticou os candidatos que falam sobre a segurança pública ‘com uma impropriedade gigantesca”. “Quando você aumenta o efetivo policial na esfera estadual, obrigatoriamente você diminui a criminalidade. É uma matemática, inversamente proporcional”, declarou, dizendo que os criminosos não saem de casa para praticar delitos se veem policiais nas ruas. Ele propôs fazer parcerias com prefeitos para policiar as guardas municipais e aumentar o efetivo das forças policiais. Além disso, também afirmou que pretende fazer parcerias com empresas para garantir empregabilidade de jovens. O candidato falou, também, sobre “policiar a Guarda Municipal”, referindo-se a trabalhar para que os guardas possam utilizar armas durante o trabalho.
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Construção de hospitais e saúde
Em seu plano de governo, Jadilson Bombeiro propõe a construção de dois hospitais oncológicos, para tratar pacientes com câncer no Agreste e no Sertão de Pernambuco. “Quando a gente constrói um hospital oncológico para tratamento de cânceres diversos no Agreste e um no Sertão, a gente começa a melhorar a vida do agrestino e do sertanejo, que têm que vir para a Região Metropolitana todas as vezes que precisa fazer exames e cirurgias”, disse. Ele afirmou, ainda, que fazendo isso, é possível diminuir severamente a fila para atendimento no Hospital de Câncer de Pernambuco. Ele também propôs a criação de um programa chamado Saúde em Primeiro Plano, para tratar preventivamente as doenças.
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Parcerias Público Privadas (PPPs)
No plano de governo, Jadilson Bombeiro também propõe a expansão das Parcerias Público Privadas (PPPs) para melhorar a gestão pública. Segundo ele, é possível fazer esse modelo de gestão em diversas áreas, como na geração de emprego. “A gente pode fazer para a construção de vias, a gente pode fazer parcerias para manutenção de escolas, a gente pode melhorar essa que está aí na [Companhia Pernambucana de Saneamento] Compesa”, disse. Afirmou, ainda, que o estado teria capacidade de fazer mais obras e investimentos se os processos licitatórios sejam “mais sérios” e sem superfaturamento.
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Compesa
Sobre a Compesa, Jadilson Bombeiro disse que existe um problema estrutural em Pernambuco, e que, no programa de governo, apresenta um modelo para garantia de abastecimento por meio de poços artesianos. “Em todas as partes onde tivermos lençóis freáticos condizentes, bons, a gente vai fazer isso para resolver o problema da falta d’água nas torneiras. Isso é para ontem, não é algo para se estar protelando”, disse. Ele também propôs rever contratos da Compesa e coordenar os profissionais técnicos da empresa.
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Estradas
Jadilson Bombeiro disse que é preciso melhorar a malha viária sobretudo “para que a gente possa escoar, comprar e receber nossos mantimentos e mercadorias”. Ele falou sobre a dificuldade causada aos empresários do polo têxtil do Agreste e citou obras em estradas como forma de aumentar a empregabilidade.
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Aeroportos do interior
Respondendo a uma pergunta do público sobre propostas para aeroportos no interior de Pernambuco, Jadilson Bombeiro afirmou que terá especialistas em “todas as áreas” relacionadas ao desenvolvimento do estado. Ele afirmou que o Aeroporto de Petrolina precisa passar por reestruturações, e que o Aeroporto de Caruaru é “algo a ser conversado”, porque o terminal está “dentro do nosso polo turístico”.
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Fernando de Noronha e turismo
Outra pergunta do público foi sobre a tentativa do governo de Jair Bolsonaro (PL) de federalizar o arquipélago de Fernando de Noronha. Sobre isso, o candidato afirmou que “ninguém quer perder uma parte de sua casa”. Ele também disse que pretende investir “fortemente” no turismo. “O turismo traz recursos diversos, e eu não sei por que cargas d’água nenhum governador teve a coragem de tirar aqueles presídios de Itamaracá”, disse, referindo-se à ilha no Litoral Norte do estado. O candidato também disse que, com o investimento no turismo, prevê “desencadear 42 profissões”.
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Passagens de ônibus
O plano de governo de Jadilson Bombeiro também fala sobre reavaliar os valores das passagens do transporte público do Grande Recife. Seria uma proposta de redução, que, para ele, é possível porque se paga, em Pernambuco, “uma fortuna” às concessionárias, que recebem subsídio governamental, a passagem e de merchandising nos ônibus e vagões. “Tem que rever todos esses conceitos, tem que chamar os donos das empresas para uma nova conversa, para um novo acordo, para que assim a gente possa melhorar a qualidade de vida das pessoas”, declarou. Ele afirmou ser favorável à volta dos cobradores aos ônibus e ser contra a dupla função dos motoristas.
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Habitação
Jadilson Bombeiro disse que fez uma pesquisa por conta própria e verificou que “tem muita gente se aproveitando desse processo de moradia para fazer meio de vida, em detrimento daqueles que realmente precisam”. Ele propôs nomear e analisar as pessoas a serem retiradas de áreas de risco, com a condição de que elas não voltem para essas regiões. “Gente que mora em palafita, por exemplo, que foi retirado, indenizado, ganhou uma nova casa, mas parentes deles já passaram a morar ali”, afirmou.
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Campanha eleitoral
Jadilson Bombeiro também foi perguntado sobre com pretende aumentar o percentual de intenção de voto durante a campanha eleitoral. “A gente tem percebido que as pessoas estão insatisfeitas com a política pernambucana, e os atores dessa insatisfação popular estão aí. Os Coelhos, os Ferreira, sempre os Arraes, sempre os Campos, sempre os mesmos nomes”, referindo-se a adversários políticos.
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Entrevistados
A primeira entrevistada da série foi Marília Arraes (Solidariedade), seguida por Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB) e Raquel Lyra (PSDB). Eles tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Clarissa Góes, apresentadora do Bom Dia Pernambuco, direto do estúdio do g1, no Recife.
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 3 de setembro. O primeiro foi Jadilson Bombeiro e, depois dele, a ordem é a seguinte:
Ubiracy Olímpio (PCO): 30/08 – 14h;
João Arnaldo (PSOL): 31/08 – 14h;
Jones Manoel (PCB): 01/09 – 14h;
Pastor Wellington (PTB): 02/09 – 14h;
Claudia Ribeiro (PSTU): 03/09 – 14h.
Todas as entrevistas ficam disponíveis na íntegra, em vídeo, e em áudio, como episódio especial do podcast “g1 Eleições”.
A iniciativa do g1 de entrevistar em podcast os candidatos começou em junho, com a série do podcast “O Assunto”, apresentada pela jornalista Renata Lo Prete, com os postulantes à corrida presidencial.
Durante as entrevistas, os candidatos também respondem a perguntas do público.
Clique AQUI para participar. Lembre-se de colocar “Entrevista g1” no título e, no campo mensagem, envie sua pergunta.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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