Economia
Netflix apresenta oferta revisada em dinheiro pela Warner Bros. e recebe apoio do conselho
A Netflix alterou os termos de sua proposta para adquirir os estúdios e os negócios de streaming da Warner Bros. Discovery, passando a oferecer pagamento integral em dinheiro, sem mudar o valor de US$ 82,7 bilhões. A nova estrutura da oferta recebeu apoio unânime do conselho da empresa controladora da HBO.
A mudança busca dificultar a entrada de concorrentes no negócio, especialmente a Paramount.
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Segundo comunicado divulgado nesta terça-feira (20), a Netflix passou a oferecer US$ 27,75 (R$ 149,71) por ação da Warner, com pagamento integral em dinheiro. Na proposta anterior, a empresa previa o desembolso de US$ 23,25 (R$ 125,43) em dinheiro e o restante em ações da própria Netflix, avaliadas em US$ 4,50 (R$ 24,28) por papel.
👉 Com a nova estrutura, os acionistas da Warner deixam de receber participação acionária na Netflix e passam a ter um valor fixo por ação. Isso elimina a exposição às oscilações das ações da compradora, já que o pagamento não dependerá do desempenho desses papéis no mercado após a conclusão da operação.
David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery, ressaltou que “o acordo de fusão aproxima ainda mais da união de duas das maiores empresas de narrativa do mundo”.
“Ao nos unirmos à Netflix, combinaremos as histórias que a Warner Bros. contou e que cativaram a atenção do mundo por mais de um século, garantindo que o público continue a apreciá-las por muitas gerações.”
“O Conselho da WBD continua a apoiar e a recomendar unanimemente a nossa transação, e estamos confiantes de que ela trará o melhor resultado para os acionistas, consumidores, criadores e toda a comunidade do entretenimento”, disse Ted Sarandos, co-CEO da Netflix.
Conforme anunciado anteriormente, a Warner Bros. Discovery (WBD) vai separar suas operações em duas empresas distintas — Warner Bros. e Discovery Global — ambas com ações negociadas em bolsa. A expectativa é que essa reorganização seja concluída em um prazo de seis a nove meses, antes da finalização da transação proposta entre a Netflix e a Warner Bros.
Disputa pela Warner
Tanto a Netflix quanto a Paramount, operadora de estúdios, cobiçam a Warner Bros. por seus estúdios de cinema e televisão, além de seu extenso catálogo de conteúdo e grandes franquias como “Game of Thrones”, “Harry Potter” e os super-heróis da DC Comics.
A Warner Bros. rejeitou a Paramount, liderada por David Ellison, que alterou seus termos e lançou uma agressiva campanha na mídia para tentar convencer os acionistas de que sua oferta é superior.
*Reportagem em atualização
Netflix e Warner Bros.
Reuters
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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