Economia
Petrobras vota aumento salarial de quase 44% para executivos; presidente pode ganhar mais de R$ 165 mil
Remuneração atual do chefe da companhia, ainda sem o reajuste, equivale a 18,19% do praticado pelo mercado, informou a petroleira. Edifício-sede da Petrobras, no centro do Rio
Marcos Serra Lima/g1
A assembleia de acionistas da Petrobras vai votar nesta quinta-feira (27) o aumento de 43,88% nos salários de diretores e do presidente da estatal, Jean Paul Prates. Caso o reajuste seja aprovado, o rendimento do chefe da petroleira, por exemplo, deve subir de R$ 115 mil para mais de R$ 165 mil por mês.
De acordo com a Petrobras, o reajuste nos rendimentos tem como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de 2013 a 2022. Questionada pelo g1, a empresa não confirmou se a medida passa a valer imediatamente.
A proposta já havia sido aprovada e encaminhada pelo Conselho de Administração (CA) da petroleira em março de 2023. A Assembleia Geral Ordinária (AGO), que pode confirmar a decisão, está marcada para começar às 13h desta quinta.
Em relatório que antecede a AGO, a companhia informou que a remuneração total para o cargo de presidente foi o equivalente a 18,19% do praticado pelo mercado ao longo de 2022. Afirmou ainda que o salário dos diretores no mesmo período foi o equivalente a 54,85% da média praticada pelas empresas.
As propostas debatidas nesta quinta contemplam a remuneração de administradores, de titulares do Conselho Fiscal e de membros dos comitês estatutários de assessoramento ao Conselho de Administração (CA), incluindo:
proposta de fixação dos honorários (pagamentos) mensais dos membros do CA e dos titulares do Conselho Fiscal;
proposta de fixação dos honorários mensais dos membros do Comitê de Auditoria e do Comitê de Auditoria do Conglomerado;
proposta de fixação dos honorários mensais dos membros dos demais comitês de assessoramento do CA.
Ainda segundo relatório da Petrobras, caso aprovadas, as propostas somam um desembolso de até R$ 54,26 milhões para o período de abril deste ano a março de 2024, valor que representa um aumento de 37,1% em relação ao aprovado pela AGO em 2022.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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