Economia
Secretaria do Consumidor dá prazo para planos de saúde resolverem problemas na prestação do serviço
No encontro, foi instituído um grupo de trabalho com participação das empresas notificadas. As atividades do grupo terão início em janeiro de 2025, com o objetivo de propor soluções definitivas para as irregularidades encontradas pela Senacon. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), estabeleceu um período de 60 dias para que as operadoras de planos de saúde apresentem respostas concretas às falhas identificadas na prestação de seus serviços.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (10), durante uma reunião com representantes do setor, na qual também foram discutidos os resultados de um monitoramento de mercado e os fundamentos de um processo administrativo contra as empresas iniciado em novembro.
No encontro, foi instituído um grupo de trabalho com participação das empresas notificadas. As atividades do grupo terão início em janeiro de 2025, com o objetivo de propor soluções definitivas. Durante o prazo estabelecido, o processo administrativo contra as operadoras será suspenso, mas poderá ser retomado caso as irregularidades persistam, podendo acarretar sanções.
Os 60 dias estabelecidos pela Senacon começam a ser contados a partir de janeiro de 2025, quando o grupo de trabalho formado pelas operadoras notificadas inicia suas atividades. Durante esse período, o processo administrativo contra as empresas ficará suspenso, mas poderá ser retomado caso não sejam apresentadas soluções satisfatórias para as irregularidades apontadas.
Irregularidades apontadas
O levantamento conduzido pela Senacon identificou diversas práticas que prejudicam os consumidores e que devem ser resolvidas. Dentre elas, estão:
Modificações em redes hospitalares sem observância às normas de distância mínima de atendimento;
Insuficiência de informações claras sobre portabilidade entre operadoras;
Cancelamento de contratos, mesmo para usuários em tratamento médico;
Falta de comunicação eficaz sobre os prazos e os procedimentos para rescisões;
Ausência de transparência sobre a possibilidade de rescisão unilateral após um ano de contrato;
Crescente volume de reclamações sobre mudanças contratuais realizadas sem aviso prévio.
Essas ações, segundo a Senacon, contrariam artigos do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que garantem clareza, transparência e proteção nos contratos de adesão.
Próximos passos
Caso as empresas não atendam ao prazo, o processo administrativo será reativado e poderá resultar em punições. Além das operadoras, estiveram presentes na reunião representantes da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abrange), do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e do Brasilcon.
A Senacon espera que o grupo de trabalho entregue soluções práticas e definitivas para os problemas detectados, promovendo mais segurança e transparência aos beneficiários de planos de saúde no país.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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