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Política

Série de depoimentos ao STF teve confirmação de encontro com teor golpista e até ameaça de prisão de testemunha; relembre

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Depoimentos das testemunhas de acusação e de defesa de 8 réus no processo sobre a tentativa de golpe por Bolsonaro e aliados terminaram nesta segunda. 52 pessoas foram ouvidas. Bolsonaro dá entrevista após virar réu no STF
Ueslei Marcelino/Reuters
Os depoimentos das testemunhas de acusação e defesa dos 8 réus no processo que apura uma tentativa de golpe do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminaram nesta segunda-feira (2) com 52 pessoas ouvidas.
Bolsonaro é acusado de liderar uma organização criminosa que teria atuado para manter de forma ilegal o ex-presidente no poder, mesmo após derrota nas urnas em 2022.
As audiências foram conduzidas pelo relator da ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, e realizadas por videoconferência.
Com o fim dos depoimentos das testemunhas, Moraes deve pedir à Procuradoria-Geral da República (PGR) e às defesas que informem se querem a produção de novas provas para esclarecer os fatos. Os advogados podem requerer perícias e acareações, por exemplo.
Nos depoimentos, as testemunhas confirmaram a realização de uma reunião, no Palácio da Alvorada, em que foi discutida com Bolsonaro uma ideia de ruptura democrática.
Também ouve momentos tensos na série de audiências, em que Moraes deu bronca em um dos depoentes e ameaçou prender o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo.
Relembre nesta reportagem (clique no link para seguir ao conteúdo):
Ordem para realização de blitz nas eleições
Bronca de Moraes
General disse que teria de prender Bolsonaro
Cid é militar ‘obediente’, diz testemunha
Prisões em acampamentos
Software espião da Abin
Moraes ameaça prender testemunha
Transição foi pacífica, diz general
Delegado descobriu que era investigado
‘Rainha da Inglaterra’
Eleições questionadas
‘Triste’ e ‘resignado’
Moraes ameaça mandar prender Aldo Rebelo por desacato em depoimento
Blitz nas eleições
Testemunha de acusação indicada pela PGR, Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), afirmou em depoimento que ouviu uma ordem do então diretor de operações da PRF, Djairlon Henrique Moura, para que a inteligência do órgão atuasse para reforçar abordagens de ônibus e vans durante as eleições de 2022.
A orientação da chefia era que a PRF deveria “tomar um lado”, por determinação do diretor-geral.
A ordem para as abordagens partiram do Ministério da Justiça, segundo Djairlon, que faliu na ação penal na condição de testemunha de defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.
Ele confirmou que as blitz tinham como alvo ônibus saídos de São Paulo e do Centro Oeste com destino ao Nordeste, mas negou que houvesse intenção de fiscalizar eleitores para fins políticos.
Bronca de Moraes
O general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, amenizou durante as audiências uma versão que havia apresentado à PF em relação à trama golpista.
À polícia, Freire Gomes havia dito que esteve em reunião, no fim de 2022, em que o ex-presidente Jair Bolsonaro falava em golpe de Estado.
Freire Gomes relatou à polícia que o então comandante da Marinha, almirante Garnier Santos, tinha concordado com planos golpistas. No depoimento ao STF, no entanto, Freire Gomes afirmou que não viu “conluio” por parte de Garnier.
Moraes ressaltou que o general, na condição de testemunha, não podia apresentar versões contraditórias sobre os fatos e alertou sobre as consequências de mentir no depoimento.
“Ou o senhor mentiu na polícia ou está mentindo aqui no STF”, afirmou Moraes.
General disse que teria de prender Bolsonaro
Ex-comandante da FAB confirma reunião com Bolsonaro sobre golpe e que general ameaçou pren
O ex-comandante da Aeronáutica Brigadeiro Baptista Júnior confirmou um encontro com ex-presidente Jair Bolsonaro após o segundo turno das eleições em que foi discutida “hipóteses de atentar contra o regime democrático, por meio de algum instituto previsto na Constituição”.
O Brigadeiro foi ouvido como testemunha de acusação da PGR e de defesa dos réus Jair Bolsonaro, do ex-comandante da Marinha Almir Garnier dos Santos, e do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira.
Segundo Baptista Júnior, na reunião com teor golpista, foram debatidos mecanismos como operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), ou implementação de um Estado de Defesa ou de Sítio.
O brigadeiro afirmou que, no encontro realizado na primeira quinzena de novembro de 2022, o então comandante do Exército general Freire Gomes ameaçou prender Bolsonaro, caso o plano fosse levado adiante.
Militar ‘obediente’
Durante as audiências, os advogados do delator e ex-ajudante de ordens Mauro Cid tentaram desvincular o militar de qualquer intenção no plano golpista – e mostrar o delator como um militar “obediente”.
A defesa de Cid questionou as testemunhas sobre participação do militar em questão políticas dentro quartel e sobre respeito a hierarquias na vida militar.
As testemunhas negaram que Cid tenha falado sobre planos golpistas ou estratégias para impedir a posse de Lula em 2023.
O capitão do Exército Raphael Maciel Monteiro disse em depoimento que o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro se “abalou” ao implicar colegas de farda e fazia uma defesa “irracional” da sua honra a amigos.
Prisões no ‘acampamento’
Também arrolado como testemunha de Mauro Cid e de Bolsonaro, o ex-comandante do Exército Júlio César de Arruda disse que dividiu com integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a decisão de não permitir a prisão imediata de quem estava no acampamento em frente ao QG do Exército em Brasília logo após os atos golpistas do dia 8 de janeiro.
A decisão de prender quem estava no acampamento foi do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, mas acabou cumprida só no dia seguinte, em razão da resistência de Arruda.
Questionado por Moraes a respeito do episódio, ele disse que agiu para acalmar a situação.
Abin e software espião
PF ouve diretor e ex-diretor adjunto da Abin
O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) delegado Carlos Afonso Gonçalves Gomes Coelho testemunhou em defesa do deputado e ex-diretor-geral do órgão Alexandre Ramagem (PL-RJ).
Ele relatou um desconforto de parte da cúpula da Abin ao saber de um procedimento de apuração sobre o software “First Mile”.
A ferramenta permitia rastrear a localização de um cidadão por meio dos dados que o celular dessa pessoa enviava a torres de telecomunicações instaladas nas cidades. O uso do programa está no centro de uma investigação de espionagem ilegal, que ficou conhecido como “Abin Paralela”.
Segundo o delegado, o então diretor do departamento de Operações de Inteligência, Paulo Maurício, foi “agressivo” e “ríspido” ao saber de um procedimento para verificar a regularidade no uso de um software espião pelo órgão.
Ameaça de prisão de testemunha
Moraes repreende Aldo Rebelo, testemunha na ação do golpe: ‘Se não se comportar, será preso por desacato’
O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo se envolveu em uma discussão com Moraes que acabou com ameaça de prisão por desacato.
Rebelo falou como testemunha Garnier no processo. Ele foi questionado se o ex-comandante da Marinha teria colocado tropas à disposição de Bolsonaro para levar adiante a tentativa de golpe.
O objetivo da pergunta era checar se, na opinião da testemunha, seria possível o comandante da Marinha mobilizar as tropas sozinho, por decisão unilateral.
Ele ponderou que era preciso considerar o que significa uma “força de expressão” na língua portuguesa. Isso porque, segundo Rebelo, Garnier ter dito que “estava à disposição” não significava literalmente que ele queria dar um golpe.
Moraes rebateu o ex-ministro. Disse que ele não estava na reunião e que não era possível analisar a “força de expressão” naquele momento.
Rebelo afirmou que não admitiria censura e foi repreendido pelo relator: “Se o senhor não se comportar, o senhor será preso por desacato”.
‘Transição pacífica’
As defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro e do general da reserva Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), usaram os depoimentos das testemunhas para tentar demonstrar que não houve resistência à transição de governo para Luiz Inácio Lula da Silva.
Os advogados questionaram os depoentes sobre possíveis orientações para dificultar a transição entre governos. Todas negaram ter recebido qualquer ordem nesse sentido.
‘Não sabia que era investigado’
Uma das testemunhas descobriu durante as audiências que era investigada pelo STF no procedimento que apura o direcionamento das blitz nas eleições de 2022.
O delegado da Polícia Federal Caio Rodrigo Pelim chefiava a área de combate ao crime organizado à época e demonstrou surpresa ao ser informado que era alvo das apurações.
Ele prestou depoimento à Primeira Turma do STF como testemunha de defesa do ex-ministro Anderson Torres.
“Eu tinha certeza que foi como depoente e mais nada. Desconheço qualquer investigação contra minha pessoa”, afirmou.
‘Rainha da Inglaterra’
Moraes ironizou uma das testemunha do ex-ministro e ex-secretário de Segurança Pública do DF Anderson Torres que tentou minimizar a relação de subordinação entre a Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública.
O secretário de segurança, cargo estadual que Moraes já ocupou em São Paulo, comanda as polícias Militar e Civil.
A defesa tentou diminuir o papel de Torres nos ataques de 8 de janeiro. Os advogados questionaram o coronel da PM Rosivan Correia de Souza, sobre se o Comando-Geral da PM estava subordinado à Secretaria de Segurança Pública.
O coronel disse que não. Moraes interveio.
“A relação é de total subordinação. É o secretário de Segurança que comanda a Polícia Militar e a Polícia Civil”, afirmou.
Quando a palavra voltou para Rosivan, ele disse que no Distrito Federal a situação era diferente de outros estados e que havia apenas vinculação e não subordinação.
Moraes ironizou: “O secretário de segurança é uma Rainha da Inglaterra aqui?”
Questionamentos sobre eleições
O ex-advogado-geral da União na gestão Bolsonaro Bruno Bianco afirmou que o ex-presidente perguntou a ele se havia algo que pudesse ser questionado em relação ao pleito de 2022.
Bianco disse que foi interpelado por Bolsonaro em encontro que contou com a presença dos comandantes das Forças Armadas.
Bianco contou que disse ao então presidente que as eleição “havia ocorrido de maneira correta e legal, sem nenhum tipo de problema jurídico”.
‘Triste’ e ‘resignado’
Tarcísio de Freitas, Ricardo Nunes e Jair Bolsonaro em cerimônia de aniversário da Rota, em SP
RENATO S. CERQUEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O governador de São Paulo e ex-ministro de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, afirmou que nunca teve conhecimento de qualquer intenção golpista do então presidente Jair Bolsonaro e que ele estava triste e resignado após as eleições de 2022
“Jamais [tive conhecimento de intenções golpistas]. Nunca. Assim como nunca tinha acontecido no meu período de ministério. Nesse período em que estive com o presidente nessa reta final, nas visitas que eu fiz, ele jamais tocou nesse assunto e não mencionou qualquer tipo de ruptura. Encontrei um presidente triste, resignado. Esse assunto nunca veio à pauta”, disse Tarcísio.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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