Política
Sob Motta e Alcolumbre, Congresso desacelera em 2025 e já se prepara para recesso
Parlamentares têm reclamado de ausências dos líderes das Casas. Motta e Alcolumbre viajaram com o presidente Lula em agendas internacionais este ano. Senador Davi Alcolumbre cumprimenta deputado Hugo Motta na abertura do ano legislativo
TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O Congresso Nacional entrará em mais um recesso informal a partir desta terça-feira (3). Em Brasília, os corredores da Câmara e do Senado vão abrigar, até quinta (5), o Fórum Parlamentar do Brics com representantes dos parlamentos de mais de uma dezena de países.
No período, os trabalhos legislativos nas Casas serão paralisados — até mesmo para servidores.
A interrupção não é novidade neste ano. Em marcha lenta, Câmara e Senado têm enfrentado atrasos e um marasmo de discussões nos plenários principais.
Parlamentares têm avaliado reservadamente que este tem sido um ano “peculiar” e com “muita espuma” para pouco resultado.
Senadores e deputados concordam que há baixa produtividade nas duas Casas, em especial nas pautas classificadas por eles como “relevantes”.
Dos dois lados, há críticas ao ritmo imposto pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Também há reclamações a respeito das ausências deles nas Casas.
Viagens na cola de Lula
Motta e Alcolumbre foram eleitos presidentes com amplo apoio em fevereiro. De lá para cá, eles reduziram o ritmo – e deram folgas repetidas aos parlamentares para embarcar em viagens internacionais.
Davi Alcolumbre acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em três viagens ao exterior:
Japão e Vietnã, no fim de março;
Vaticano, após a morte do papa Francisco no fim de abril;
Rússia e China, no começo de maio.
Hugo Motta esteve nas duas primeiras comitivas internacionais dessa lista e, para isso, também se licenciou do comando da Câmara. O político esteve ausente na viagem à Rússia e à China – isso, só porque viajou para Nova York (EUA), onde participou de outros eventos.
Motta, Alcolumbre e Barroso foram convidados para viajar com Lula e Janja para funeral do papa Francisco
⏳ Nas três ocasiões, sem os principais articuladores, o ritmo no Congresso desacelerou.
Nos intervalos em que Motta ficou afastado, houve apenas uma sessão com projetos apreciados.
Já no Senado, foram duas sessões, com predominância de aprovação de requerimentos.
Deputados e senadores têm afirmado que, além de esvaziar as Casas, as ausências de Motta e Alcolumbre impactam a realização das reuniões de líderes e, consequentemente, a definição de pautas.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou rito sumário na análise do caso.
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Na Câmara, pauta anda devagar
Do lado da Câmara, a crítica é mais dura. Para algumas lideranças partidárias, Hugo Motta tem travado os trabalhos da Casa ao evitar temas polêmicos e adiar decisões com negociações “sem prazo”.
Ao tomar posse no comando da Câmara, Motta se comprometeu a dar mais ritmo à Casa e impor a presença física de deputados às quartas-feiras.
Mas, os números mostram outro cenário, segundo levantamento do g1.
Entre fevereiro e maio, a Câmara teve 46 sessões deliberativas e 61 projetos — considerando PLs, PLPs, PECs e MPs — apreciados no plenário.
O número representa um leve aumento em relação ao primeiro ano da segunda gestão de Arthur Lira (PP-AL) à frente da Casa, quando foram registradas 45 sessões e 59 propostas analisadas.
Nova liderança
➡️A comparação com 2024, um ano eleitoral e com claro esvaziamento do Congresso, também revela um tímido crescimento da gestão Motta. No ano passado, entre fevereiro e maio, os deputados tiveram apenas 32 sessões, mas deliberaram 58 projetos.
Lideranças da Câmara afirmam que, embora haja um leve crescimento, o teor e a relevância dos projetos analisados pela gestão Motta estão distantes do que Arthur Lira foi capaz de avançar em 2023 e 2024.
No mesmo período dos últimos dois anos, Lira avançou com projetos de renovação energética e econômicos, como o novo arcabouço fiscal.
🔎Os destaques dos quatro primeiros meses da gestão de Hugo Motta se voltam para uma proposta que eleva o número de deputados federais e ao projeto que autoriza o governo a retaliar barreiras comerciais a produtos brasileiros.
Saiba quem são os novos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre
Deputados avaliam que o marasmo é resultado de uma decisão de Motta de levar ao plenário apenas projetos que tenham acordo e consenso entre as lideranças.
Outro fator, dizem, é a contaminação do debate na Casa por temas polêmicos, como a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Na última semana, diante das críticas internas, o presidente da Câmara começou a ensaiar uma mudança de comportamento. Ele decidiu não acompanhar Lula em uma viagem à Paraíba e, em discurso no plenário, anunciou que passaria a pautar projetos “independentemente de consenso”.
“A época em que nós pautávamos apenas projetos frutos de acordo já passou”, afirmou Hugo Motta.
Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Jefferson Rudy/Agência Senado
Senado também reduziu ritmo
No Senado, o cenário é semelhante. Enquanto Alcolumbre viaja ao exterior e privilegiava negociações de bastidor, a Casa registrou apenas 27 sessões deliberativas em plenário.
➡️O número é cerca de 20% menor do que os encontros realizados entre fevereiro e maio de 2023 e 2024, sob a batuta do então presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
A análise de propostas também sofreu redução sob Alcolumbre. Foram 53 projetos apreciados até agora em 2025, ante 57 (2024) e 65 (2023).
Em seus quatro primeiros meses, Davi Alcolumbre submergiu para destravar emendas parlamentares e tentar negociar uma alternativa à anistia do 8 de janeiro.
No período, também conduziu as aprovações da proposta que flexibiliza as regras de licenciamento ambiental, da renovação das cotas em concursos públicos e do projeto da lei de reciprocidade tarifária.
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Espera aí…
A desaceleração dos trabalhos na Câmara e no Senado tem colocado em compasso de espera uma série de propostas.
Na Câmara, alguns compromissos feitos pelo presidente Hugo Motta não tiveram avanço nos últimos dias.
Em sua primeira semana como chefe da Casa, ele disse que daria encaminhamento à discussão de uma proposta de reforma eleitoral. Até hoje, a comissão, prometida por Motta, para discutir a possível criação do voto distrital misto não saiu do papel.
Também não saiu da promessa a aprovação de um pacote “antifraude” para combater desvios em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A Casa chegou a aprovar a análise em rito de urgência à proposta, mas Motta não designou até hoje um relator.
Defensor do diálogo e da conciliação, o presidente da Câmara rejeitou a agilidade adotada por Lira em discussões e privilegiou a criação de uma série de comissões especiais e grupos de trabalho para debater projetos que chegam à Casa.
O rito tem atrasado a análise de propostas, como o aumento da isenção do Imposto de Renda e a criação de regras para inteligência artificial.
No Senado, há atraso em temas como:
análise da segunda etapa de regulamentação da reforma tributária, que ainda não tem previsão de votação tanto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) quanto no plenário.
regras para limitar supersalários na administração pública;
novas regras para as próximas eleições.
Deputados e senadores afirmam que parte dessas pendências deve ser concluída somente no segundo semestre.
Em junho, Alcolumbre tem sinalizado que pode destravar a análise de indicações feitas pelo governo Lula. Sob a gestão do amapaense, sabatinas de diversos cargos em agências reguladoras aguardam agenda desde o ano passado.
São 17 indicações que aguardam a aprovação do Senado desde o ano passado. Na lista, estão cargos na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e na Agência Nacional do Petróleo (ANP).
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Recesso à vista
Alguns parlamentares dizem acreditar que o Congresso deve acelerar o ritmo ainda neste mês. Mas há quem avalie que o histórico nas Casas aponta para a tendência oposta, uma vez que o recesso terá início em 18 de julho.
Outro fator, apontam, é que, tradicionalmente, em junho, há um esvaziamento na Câmara e no Senado com parlamentares participando das festividades do São João.
Para lideranças partidárias, é possível que haja flexibilização de presenças nesse período. À frente da Câmara, Arthur Lira permitiu que deputados votassem remotamente em alguns intervalos de junho nos últimos dois anos.
Mais à frente, também já há uma debandada prevista às vésperas do recesso. No início de julho, parlamentares e a cúpula do Congresso devem viajar a Portugal para participar do Fórum de Lisboa.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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