Economia
Super Bowl 2026: veja os comerciais mais caros da TV, que vão ao ar hoje
A 60ª edição do Super Bowl acontece neste domingo (8) e marca o encerramento da temporada da NFL. Além da disputa entre Seattle Seahawks e New England Patriots, o evento também se destaca fora do gramado.
Ano após ano, o jogo consolida sua posição como o espaço publicitário mais valioso da televisão americana. Em 2026, os anúncios de 30 segundos renderam, em média, cerca de US$ 8 milhões, com alguns contratos ultrapassando a marca de US$ 10 milhões.
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Segundo a NBC, emissora responsável pela transmissão do Super Bowl LX, todos os espaços comerciais disponíveis durante a partida foram vendidos ainda no terceiro trimestre do ano passado.
O resultado reforça uma tendência observada em edições recentes: a antecipação das negociações e a intensificação da disputa por inserções nos intervalos do jogo mais assistido dos Estados Unidos.
Para Peter Lazarus, vice-presidente executivo de publicidade e parcerias esportivas e olímpicas da NBC Universal, os números refletem a combinação entre amplo alcance de público e alto nível de engajamento concentrado em poucas horas de transmissão.
“O Super Bowl continua sendo um dos raros momentos em que marcas conseguem falar, ao mesmo tempo, com dezenas de milhões de pessoas”, afirmou o executivo, em comunicado divulgado pela emissora.
📺 Além da TV aberta, o Super Bowl deste ano também será exibido em plataformas de streaming acessíveis ao público brasileiro, como YouTube TV e NFL+, além de serviços como Peacock, Hulu + Live TV e Tubi.
📺 No Brasil, a TV Globo transmite os melhores momentos depois do BBB 26. O sportv e a getv transmitem ao vivo. Os comerciais, contudo, ser
Trump acompanha o Super Bowl 2025, em Nova Orleans, nos EUA.
Kevin Lamarque/Reuters
Bad Bunny fala sobre show no intervalo do Super Bowl: ‘Fazendo o que eu amo’
Por que o Super Bowl atrai tantos anunciantes?
A forte demanda por publicidade está diretamente ligada ao tamanho da audiência do evento.
📊 Em 2025, o Super Bowl registrou um recorde de 127,7 milhões de telespectadores nos EUA, somando TV e streaming, segundo dados da Nielsen, com pico de 137,7 milhões durante o segundo quarto da partida.
🏈 No ano anterior, mais de 123 milhões de pessoas acompanharam o jogo, o que ajuda a explicar o interesse de anunciantes de diferentes setores em associar suas marcas ao evento.
Nos dias que antecedem a partida, parte dos anúncios costuma ser divulgada de forma parcial. As marcas liberam teasers com cenas curtas, pistas sobre o enredo ou a participação de celebridades, mas mantêm o conteúdo completo sob sigilo até a exibição oficial durante os intervalos.
A estratégia alimenta a expectativa do público e transforma os comerciais em um elemento central do espetáculo.
Veja os comerciais do Super Bowl de 2026 que já foram divulgados
Pringles
Dove
Kinder Bueno
Pepsi
Hellmann’s
Squarespace
Toyota
Grubhub
Google
Budweiser
Uber Eats
Oakley Meta
Bosch
RITZ Crackers
Pokemon
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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